ECONOMIA INDUSTRIAL: UNIDIS - MATERIAL BRIEFING - PÓS GRADUAÇÃO : O AMBIENTE DE VIDA HUMANA, SOCIAL E PROFISSIONAL DO GERENTE INDUSTRIAL E ESSES ECOSSISTEMAS INTEGRADOSS
O gerente industrial do século XXI é um líder estratégico e
orquestrador de processos, que integra tecnologias avançadas da Indústria 4.0,
como Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial, a uma gestão focada
em pessoas e inovação.
O Papel Evoluído
- A função do gerente industrial passou de um supervisor de chão de fábrica para um papel muito mais abrangente e estratégico. As principais responsabilidades incluem:
- Planejamento e Controle da Produção (PCP): Otimizar o fluxo de materiais e garantir que os produtos sejam entregues com qualidade e no prazo.
- Gestão de Tecnologia: Implementar e gerenciar tecnologias digitais, automação e análise de Big Data para aumentar a eficiência, produtividade e flexibilidade.
- Melhoria Contínua: Promover práticas como Lean Manufacturing e monitorar indicadores de desempenho (KPIs) para identificar e implementar ações corretivas.
- Gestão de Pessoas e Liderança: Liderar equipes multidisciplinares e, muitas vezes, geograficamente dispersas, focando no engajamento, desenvolvimento de talentos e resolução de conflitos com empatia e comunicação clara.
- Tomada de Decisão Baseada em Dados: Utilizar a análise de dados para tomar decisões estratégicas de forma rápida e assertiva, mesmo em cenários incertos.
- Competências Essenciais
- Para ter sucesso nesta era, o gerente industrial precisa de uma combinação de habilidades técnicas (hard skills) e habilidades socioemocionais (soft skills):
- .HABILIDADES E COMPETÊNCIAS TÉCNICAS: Conhecimento em tecnologias 4.0, gestão de manutenção digital, análise de dados e otimização de custos.
- HABILIDADES E COMPETÊNCIAS COMPORTAMENTAIS: Liderança autêntica, pensamento estratégico e holístico, capacidade de inovar, resiliência, comunicação eficaz e foco no cliente
Desafios Principais
- Os desafios incluem a adaptação às rápidas mudanças tecnológicas, a gestão da escassez de mão de obra qualificada e a necessidade de reter talentos em um mercado competitivo. A falta de um sistema de gestão unificado que integre todas as informações da fábrica também é um obstáculo comum a ser superado.
- Em resumo, o gerente industrial do século XXI é um agente de transformação, que usa a tecnologia como ferramenta para inovar, mantendo o foco nas pessoas e na estratégia do negócio.
A ciência de gerenciar a indústria já caminha nesse sentido para vencermos as barreiras de um mundo cada vez mais competitivo e exigente com a nossa manutenção competência para sobrevivermos na economia mutável. Cheia de riscos e incertezas. A qualidade do capital humano, a gestão de pessoas, processo, tecnologia e projetos competitivos, inovadores e sustentáveis é o nosso alvo para SOBREVIVERMOS E FAZERMOS NOSSOS DIFERENCIAIS. Não há outro caminho para o sucesso e muitos vão ficar para trás.
Não basta mais ser só Gerente Industrial no século XXI. Temos se ser também Economista Industrial para uma visão de longo alcance que determina construir, gerir e conviver com eficiência e ecoeficiência industrial. A ciência de gerenciar a indústria já caminha nesse sentido para vencermos as barreiras de um mundo cada vez mais competitivo, tecnológico e exigente com a nossa manutenção competência para sobreviver na economia mutável. Cheia de riscos e incertezas. A qualidade do capital humano, a gestão de pessoas, processo, tecnologia e projetos estratégicos sustentáveis competitivos e inovadores é o nosso alvo para sobrevivermos e fazermos a nossa empresa sobreviver. As legislações e as normas estão cada vez mais rígidas. A Compliance e o ESG são diretrizes de vanguarda das grandes empresas. A competitividade, mudanças, riscos e o avanço da comunicação sob todas as formas está cada vez mais tecnológica. Estão revolucionado o ambiente de negócios em condição nunca vista o pela humanidade. Não é só sustentabilidade ambiental é a financeira, ética, tecnológica, econômica, de recursos humanos, operacional, mercado, relacionamento comunitários, dentre outras. Ele tem de ser um coach social e verde industrial, que ensina o ESG na prática e na teoria . (Rowan Pedro de Araújo)
O sucesso de um gerente industrial, começa quando ele como um bom líder moderno do século XXI, sabe ouvir e se comunicar com as pessoas, seus clientes, supervisores, operadores e os mantenedores de uma maneira coletiva, democrática e bilateral. Existe sempre e sempre existirá, uma filosofia avante para gerenciar o ambiente de produção. No mundo todo existe uma pressão normal , natural e cultural para a indústria produzir. O acionista cobra da alta administração. A alta administração cobra diretor i, e esse do gerente . O gerente cobra do supervisor. O supervisor cobra do encarregado, técnico e operador . Os líderes são preparados para cobrar produção. A saída para as empresas, dos empresários e dos empregados é serem produtivos ao máximo. Competitivos ,eficientes e ecoeficientes, não há outro caminho. É necessário comunicação bilateral intensa , entendimento, empatia, estratégias, planejamento, educação, treinamento , manutenção da competência e motivação para busca do melhor. Uma indústria sem resultados demite e muitos perdem empregos. O ditado: “estamos no mesmo barco é a coisa mais certa” . O comprometimento é coletivo e devemos produzir coletivamente. Você tem a produção individual, mas o que é medido por indicador é a produtividade coletiva. O foco de gerente inteligente é buscar a produtividade coletiva, o resultado da equipe. A visão estratégica de marketing e qualidade de produto e custo. Mas a principal qualidade de um líder gerente é a coragem.
Os maiores administradores do mundo são aqueles que detém habilidade e a coragem
para alocar as pessoas certas nas atividades certas, nos cargos certos, nos
setores certos e comandados pelos gerentes certos. A maximização do rendimento
de lideres, pessoas, processo, tecnologia, inovação e projetos vem daí. Mas nem
todos os gestores possuem essa coragem,
habilidade e tato de uma gestão assertiva capaz de fazer a
leitura adequada de seus Recursos Humanos. E é
isso; que faz parte da diferença do desempenho entre as empresas. Muitos dizem
ser isso, o segredo da produtividade,
competitividade, eficiência , gestão de sucesso
e o lucro sustentável do negócio
A função do líder , o faz sempre usar a coragem para decidir com ética,, justiça e meritocracia. Ter em mente o moral elevado e a motivação, segurança e confiança mútua e permanente na atmosfera de gestão. O dinamismo dos gerentes e dos líderes para tratar demandas, reclamação precisam de decisões assertivas para manter as equipes satisfeitas, leais e motivadas . Altamente comprometidas e produtivas. A liderança existe é contagiar os liderados a atingir objetivos e se faz com uma comunicação excelente e bom exemplo!
ANTES NA CIA VALE DO RIO DOCE e outras empresas do Brasil, até inicio dos anos 90 tinha o Instrutor de Treinamento era o coach de hoje que apresentam como a maior novidade do mundo. Eu sempre que posso, tento desamericanizar esse modismo. E falo que coach e coaching, nada mais que é o Professor Industrial Interno. Acho que estou no Brasil, dentro de uma indústria brasileira e assim devo trata-las, conforme nossa linguagem de trabalho. Outros termos em inglês, muitas vezes não terei como brasileirizar. Porque são padrões internacionais de operação, procedimentos, etc. Em um cenário competitivo que vivemos hoje. o grau de envolvimento e integração do operador é determinante. Ele se transforma no primeiro aviso da força de produção e manutenção, pelo número de seu rendimento individual e em equipe. .O trabalho, a qualidade da operação está diretamente envolvida no ciclo de vida de máquinas e rendimento delas. Se a manutenção corretiva for efetuada todos os anos e seguindo o planejamento, utilizando as informações de operadores e mantenedores, mais longeva será o conjunto de equipamentos de produção.
A GESTÃO DA MANUTENÇÃO ESTÁ CADA
VEZ MAIS TECNOLÓGICA E SOFISTICADA , ATRAVÉS DO USO DE TI, IA, SOFTWARES, CUSTOMIZAÇÃO DE
SISTEMAS, MELHORIA, GANHO de tempo das mais variadas formas de controle,
elaboração de documentos e relatórios. Cada dia sai coisa nova, se você não se
moderniza, o seu concorrente se moderniza. A padronização avançada é dinâmica,
inovada permanentemente. Portanto, a necessidade de treinamento específico e a
habilidade para se trabalhar com estes sistemas e informações adequadamente.
Para que tudo isto ande bem, o Gerente Industrial deve trabalhar com o suporte
de uma forte Grade de Treinamento e Educação Operacional das pessoas, e se
possível com a participação e apoio de um Coach Industrial. A manutenção preventiva, corretiva,
preditiva Manutenção Detectiva e
Manutenção Produtiva Total (TPM). Se juntam aos conceitos da engenharia da confiabilidade o MTBF e MKBF de forma
fortalecer os sistemas produtivos,
operacionais e de manutenção.
GESTÃO DO CONHECIMENTO - DEVE-SE ENTENDER, USO DA IA, QUE ISTO FAZ
PARTE DE UM NOVO PROCESSO DE GERIR PESSOAS NAS INDÚSTRIAS, MÁQUINAS E SISTEMAS
NO SÉCULO XXI. Porque se trata da gestão moderna do conhecimento, capital
humano, onde na parte de Gestão do Conhecimento: as patentes, criatividade,
otimização, adaptações de equipamentos, procedimentos operacionais, devem ser
conduzidos, para um banco de dados atualizado formalizado, tecnicamente
armazenado e organizado, controlado e gerenciado. No tangem a Capital Humano, a
gestão, retenção de talentos formação de sucessores, identificação de lideres e
projetos específicos de Gestão de Pessoas-DHO. Isso pode ser considerado Gestão
do Conhecimento, quando o foco é sistematizar documentos de instrução de
trabalho, procedimentos e domínio tecnológico / know how. Para organiza-los, controla-los em relação
compartilhamento, etc. As grandes empresas estão criando universidades
corporativas com um braço organizacional que trata da Gestão do
Conhecimento como estratégica na sustentabilidade de seu know how e aprendizado.
A diversidade a participação cada vez maior das mulheres nas empresas. A
feminização é uma tendência mundial da
indústria. Inclui-se a inclusão de cadeirantes e todo um processo para
adequação das empresas para absorver pessoas
com deficiência. Acesso para cadeirantes em prédios, veículos, refeitórios
industriais, sanitários, etc. Esse é um compromisso ético das empresas e de
seus líderes de postura cidadã..
O Brasil está desindustrializando. A nossa indústria de transformação em 1947, respondia por 11,3% do PIB, em 1979, 27,9%, e em 2016 chegamos em 11,2%. Crescemos igual rabo de cavalo. O governo não criou política inteligente, carga tributária justa e nem investiu no apoio de infraestrutura e logística, para melhorar o sistema industrial e a competitividade como um todo. Hoje a nossa produtividade da indústria de transformação /homem é 1/4 do americano. O que o empregado americano faz em 15 minutos o empregado brasileiro leva uma hora.
GERENCIAR UMA INDÚSTRIA EM UM
AMBIENTE DE INCERTEZA E DEMISSÕES Desta forma existe toda uma responsabilidade
em cima de um gerente industrial de produzir, reduzir custos, buscar
competitividade etc. Ele é que lidera, planeja, dirige coordena todas as atividades.
A força de produção e os recursos humanos, financeiros e materiais da empresa
alocados na indústria, que são necessários para produzir, cumprir objetivos e
metas cada vez mais arrojadas no acirrado mercado da economia global. São
homens e cidadãos comum que se preocupam, tomam decisões difíceis e resistem ao
estresse com bravura, profissionalismo, ética, coragem e transmitem estes
valores a sua equipe. Eles contribuem com o progresso industrial e participam
ativamente do que o Brasil fabrica e abastece o mundo inteiro.
ELES PASSAM NESSA ÉPOCA POR DURAS
DECISÕES DE TEREM DE DEMITIR PESSOAS, MUITOS PAIS DE FAMÍLIA, EM SITUAÇÃO
INEVITÁVEL, QUE ABALAM O EMOCIONAL, MAS SÃO OBRIGADOS A FAZER E SOFREM COM ESTE
TIPO DE AÇÃO. Tentam encontrar forças e anestesias deste processo que muitas
vezes, modificam a sua fisionomia, alteram o humor e a emoção natural. Passam
pela tristeza e insatisfação de estarem passando por uma fase hostil e também
de impotência, de não poder vetar a perda de capital humano, companheiros de
trabalho de grande potencial, que ele mesmo admitiu, e que contribuíram com o
crescimento da empresa e com a sua própria história profissional. O Gerente
Industrial tem ainda a missão de acalmar as pessoas. Os colegas chocados pelos
processos de demissões que ocorrem e deixam o ambiente carregado, a atmosfera
organizacional insegura e mal emocionalmente. É um dominador de emoção da
equipe nesta hora difícil, que só acalma com liderança agregadora. A SUA SAÚDE EMOCIONAL, INTELIGÊNCIA EMOCIONAL E RESISTÊNCIA AO ESTRESSE TEM DE ESTAR EM DIA, PORQUE ELE PODE SOFRER UM INFARTO FACILMENTE.
ESTA É UMA DAS FUNÇÕES GERENCIAIS
DE COMPREENSÃO DOS LIMITES PSICOLÓGICOS, A ESTRUTURA, INTELIGÊNCIA EMOCIONAL,
HOLISMO E HABILIDADE DE LIDAR COM UMA COMUNICAÇÃO BILATERAL DE SENTIDO DE PERDA.
Isto é o que mais reflete na capacidade de gerenciamento das pessoas e a
maneira que muitas enxergarem este processo e um tipo de realidade almejada que
nem sempre é conseguida. “Busco uma administração humana, mas competitiva na
Sony” (Akio Morita)
CAPACIDADE E MISSÃO DE LIDERAR E
GERENCIAR SIMULTANEAMENTE MAIS DE UM FRENTE OPERATIVA E AGREGAR RESULTADOS Dentre
as suas muitas atribuições são homens que atuam para fazer com que a produção
atinja os objetivos de produção e de qualidade dentro do orçamento. Mas
dependendo do tamanho, particularidades operacionais, plano de economia,
momento e situação da empresa. Pode perfeitamente levar a expansão das suas
atribuições e carga de trabalho, fazendo assumir outras frentes industriais,
oriundas da fusão de setores e departamentos, muito comuns hoje em dia. Isto
exige multifuncionalidade, visão simultânea, liderança, senso de urgência,
senso de dono, proatividade, competência, capacidade de gestão e a delegação de
um trabalho intenso e complexo de responsabilidades. A pressão por maior
produtividade nas industrias em todo mundo, começaram mais fortemente entre
1840 e 1870, desde a revolução industrial. Isto não é coisa nova, e desde a
construção das pirâmides já havia, e nunca vai deixar de existir. Os Gerentes
Industriais eficientes possuem habilidades de conviver com este tipo e níveis
de pressões. Catalisam, ensinam e instruem os seus liderados esta habilidade
funcionando como coach, melhorando a comunicação bilateral e formas de
produzirem em equipe, sob pressões e dominando-as. Sempre vencem este
confronto, desde que estejam preparados para a função, e liderança.
AS FUNÇÕES DE UM GERENTE
INDUSTRIAL, SE MULTIPLICAM, SE DERIVAM EM FUNÇÃO DAS MUDANÇAS QUE OCORREM NO
MUNDO INDUSTRIAL, NAS TURBULÊNCIAS VINDAS DE FATORES GLOBALIZADOS DA ECONOMIA
COMPETITIVA que fazem a acirrada
concorrência industrial e exponenciam a
evolução tecnológica neste sentido, por necessidades competitivas e incrementam
ainda mais este cenário, que vemos crescer e horizontalizar na indústria, que
temos hoje. Passamos por situações jamais vistas pela humanidade em termos das
tecnologias e avanços industriais. Estes acontecimentos criam uma ampla
plataforma de transformações dos negócios, que interferem diretamente em todos
ambientes da empresa, tais como: comunicação, liderança, visão, produção,
operação, manutenção, tecnologia e todos
tipos de projetos e planos que movem uma empresa neste sentido. Isto reúne
naturalmente o uso de um mix das engenharias, administração e gestão
orientadas, controles diversos, conhecimento dos riscos e outros elementos,
presentes nas indústrias, e na forma de comandá-la, administrá-la, gerenciá-la
sob a sua missão, provendo estratégias de produtividade, competitividade e
sustentabilidade do negócio.
TODOS ESSES FATORES, E A
INTENSIFICAÇÃO DESTA REALIDADE OPERATIVA, FAZEM O DELINEAMENTO ESTRATÉGICO E A
BASE FORMATIVA DOS ESFORÇOS INTEGRADOS, NA NECESSIDADE VITAL DE COMPETIR com
eficiência diferenciada. Estas condições vão impor ao Gerente Industrial, o
raciocínio cada vez mais dinâmico, na busca de elaborar novos procedimentos,
conhecer métodos avançados, alguns ainda pouco usados, para aplicar na sua
indústria com segurança, buscando melhorias , que vão personalizar o
rendimento, atendimento da qualidade intrínseca dos produtos e evoluir
consequentemente os indicadores de desempenho que balizam este processo, usado
para medidas e aferição que atende os programas de produção e parametrização da
qualidade. Estará sempre em iniciativas alinhadas ao planejamento estratégico,
objetivos, metas e políticas industriais. Reiterando; que sempre vão estar em
busca de produtividade, competitividade e decisões para inovar, avançar o
market share, buscar benchmarking. A comunicação é um elemento essencial na condução da empresa por 100% dos
departamentos.
UM GERENTE INDUSTRIAL ACUMULA
RESPONSABILIDADE AMPLA NESTE AMBIENTE DE DESAFIO FREQUENTE, EM QUE VIVE A
INDÚSTRIA. Ele é o elemento chave para decidir, optar, escolher e convencer
tecnicamente investimento em processos industriais e quais máquinas e suporte
tecnológico, podem ser usados. Se as máquinas de produção atual podem ser
recuperadas e melhoradas. Medir e comparar os custos beneficio, analisar o VPL.
Considerar cenários práticos. Isto não é tarefa fácil, pois já derrubou e
continua derrubando muitos Gerentes Industriais, que falham nesta comunicação.
Geralmente é porque não ouvem os operadores, e as as pessoas que executam
fisicamente os processos de operação, manutenção que estão diretamente
envolvidos nestas atividade de frentes operativas. A comunicação, habilidade de
saber ouvir, fazer contas, considerar variáveis de um processo, ser humilde,
ter visão prevencionista, nunca serão demais. Caso isso não seja considerado,
preparem-se para o risco iminente de prejuízo, dificuldade, retrabalho e muita
conversa ou reunião séria com o chefe direto, para justificar coisas que não
deram certo e nem o resultado esperado.
A CONSIDERAR AINDA, QUE EM TUDO
QUE SE FOR FAZER EM UMA INDÚSTRIA, PRECISA DE EXPERIÊNCIA, DO MAIS SIMPLES AO
MAIS COMPLEXO. A maioria das empresas brasileiras, por uma falha de gestão não
possuem histórico operacional de várias atividades carentes de informações
práticas de custos, detalhe operacional, para fazer escopo, estimar custos, ,contratar
e projetar algo, o que leva a tomada de decisões em cima do campo da pura
experiência e várias outras habilidades reunidas de pesquisas, inclusive
comunicação como a principal. Os gerentes de produção industrial monitoram
padrões de produtos e implementam programas de controle de qualidade e
controlam os elementos técnicos de produção direta, que regem os padrões,
procedimentos ou instruções de trabalho, que são instrumentos de gestão que
formatam a qualidade de produto, que é certificado internamente ou
operativamente, nos setores e departamentos, atingindo o nível de qualidade,
definida. Se não fizer, detém recursos confiáveis de descobrir qual é o
problema, a causa da falha e resolvê-lo, através de ferramentas de
rastreabilidade, testadas, ou mesmo outros métodos, procedimentos e ações
reconhecidamente como eficientes. Embora os programas tradicionais de controle
de qualidade tenham evoluído. Existem paralelamente um conjunto de exigências
normatizadas em padrões que enfatizam mais ainda a qualidade com nível de
certificações externas e um significativo conjunto de técnicas e programas de
gerenciamento internacional de padronização, a ISO pode servir de exemplo,
inclusive o peso de certificação visto pelo mercado. Gerenciamento da Qualidade
Total, ou Six Sigma, que primam pela melhoria contínua da qualidade são outras
ferramentas técnicas de bastante uso e que os Gerentes Industriais podem estar
sempre envolvidos. O ESG É MANDATÓRIO NOS DIAS ATUAIS E NA INDÚSTIA MODERNA
COM RELAÇÃO A PARTICIPAÇÃO DAS
EQUIPES E INDIVÍDUOS, PARA APRESENTAREM, E CRIAREM SOLUÇÕES MUITAS IDEIAS
CRIATIVAS E LUCRATIVAS. MUITOS GEENTES INDUSTRIAIS PEDEM A IMPLANTAÇÃO
CORPORATIVA DE CCQ (CIRCULOS DO CONTROLE DA QUALIDADE) uma ferramenta
extraordinária, capaz de economizar milhões e o 5s também, vindos da cultura da
indústria japonesa com a finalidade de participação, crescimento das pessoas,
produtividade e qualidade de vida no trabalho.
A VISÃO DOS CUSTOS COMPETITIVOS,
ECONOMIA E PESSOAS COMO CAPITAL HUMANO E A CAPACIDADE DE GERENCIAMENTO
INTEGRADO PESSOAS-PROCESSO-TECNOLOGIA E SUCESSO - Outra visão crescente que
percebemos é a preocupação acentuada com custos de produção, que vão desde a
decisão por compras de materiais, níveis de estoque e uma forte contenção de
despesas. Eliminação de desperdícios, melhor controle e manejo de matéria
prima, economia de água e energia. Assim como minimização de horas extras ou
turnos extras, na busca da equação de recursos humanos para produção planejada,
sem aumentar a estrutura de pessoal. Eles monitoram permanentemente a produção
para garantir que ela permaneça no cronograma e corrijam os problemas que
possam surgir, usando somente recursos originalmente destinados. Isto tem feito
os Gerentes Industriais desenvolverem muita criatividade, arranjos industriais
de produção, economia logística, e outras ações que fazem destas habilidades
grandes otimizações e geração de competitividade . Mas o que é mais notado, que
isto só é alcançado, com aqueles Gerentes Industriais que possuem alta
liderança, experiência, e que sabem tratar as pessoas, comunicarem, elevarem o
moral delas, treiná-las, motivá-las, educá-las e estimulá-las por resultado avante e desafios cada vez maiores. São os modernos Gerentes Industriais ,
líderes coaches, ao mesmo tempo, que são carismáticos profissionalmente,
admirados pelos liderados. Fazem diferença, mas eles nesses padrões não são muito comuns
SÃO JUSTAMENTE OS ELEMENTOS QUE
AS EMPRESAS PRECISAM, E QUE VÃO SER DISPUTADOS NO MERCADO. Homens capazes de
transformar a indústria, reverter resultados, e que formam o verdadeiro capital
humano atuante, equipes produtivas e orgulhosas do que fazem. Estes Gerentes
Industriais e suas equipes unidas são como dinheiro no banco. As empresas jamais
poderão perder esse capital humano de domínio tecnológico e comportamental da equipe de
produção industrial que possui; e muito menos o capital da liderança destes
Gerentes Industriais, ou seja capacidade de gerir, extrair energia e talento
das pessoas, maximizando o rendimento delas, e a capacidade sustentável, que
estas pessoas trazem para a empresa.
ESTA QUALIDADE GERENCIAL SE DIFERENCIA, PORQUE CONSEGUE FORMAR UMA REALIDADE DE APRENDIZADO CONSTANTE DE EDUCAÇÃO INDUSTRIAL, ATRAVÉS DE UMA AÇÃO PEDAGÓGICA INTERNA DO GERENTE INDUSTRIAL, LÍDER E COACH, DIFERENCIADO, QUE INSPIRA CONFIANÇA MÚTUA, e fortalece o processo de comunicação, ação, execução e a visibilidade de missão, visão, crença e valores como elementos educativos que influenciam no compromisso maior, comportamento, atitude individual e em equipe, contribuindo para um ambiente organizacional criativo e vencedor.
ISTO FAZ DELE, INEVITAVELMENTE UM
GESTOR DE PESSOAS, OBSTINADO PARA FORMAR SUCESSORES, IDENTIFICAR, TREINAR,
LAPIDAR E DESENVOLVER LIDERANÇAS E RETER TALENTOS. Assim como criar os meios e
o planejamento de melhorar o capital humano, valorizar a gestão do
conhecimento, habilidades e treinamentos necessários. Consolidando a ideia, ou
a crença maior, de que o líder tem a missão, de ajudar pessoas. Transformar o
destino delas, e que isto está acontecendo na empresa.
O AUTO CONHECIMENTO DE
ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO PARA SER MAIS PRODUTIVO Dentro de uma rotina que faz o
tempo cada vez mais escasso. O Gerente Industrial, passa hoje pelo um processo
de auto treinamento e aprendizado que mira na capacidade de planejarem, ou
administrarem melhor o tempo, para que sejam mais produtivos e isto não é
fácil. Dizem que é uma prática relativamente nova, que tem crescido nos últimos
15 anos. Falam em reeducação e auto aprendizado. Isto decorre dos meios e
necessidades de encontrar formas criativas e competitivas de tornar o processo
de produção mais eficiente. O Gerente Industrial tem o tempo muito escasso e
depende mesmo de uma orientação para organizá-lo. Isto impõe uma autodisciplina
e determinação.
ATUALIZAÇÃO DE MÉTODOS
OPERATIVOS, GERENCIAR MUDANÇAS E RECURSOS NESTA ÊNFASE - Os métodos
tradicionais como as linhas de montagem em massa, deram lugar a técnicas de
produção "magra", que proporcionam aos gerentes mais flexibilidade,
ação e uma necessidade constante de pesquisar melhorias no processo. Em uma
linha de montagem tradicional, cada trabalhador era responsável por apenas uma
pequena parte o processo industrial, repetindo essa tarefa em cada produto. A
produção lean, ao contrário, emprega equipes para produção em estações, seções
ou células. Assim, em vez de se especializar em uma tarefa específica, os
trabalhadores são capazes de realizar todos os trabalhos dentro de uma equipe,
sem as restrições da linha de montagem tradicional. Os Gerentes Industriais
podem mudar com mais facilidade os níveis de produção, e também de pessoal em
diferentes linhas e frentes de fabricação de produtos para minimizarem o
estoque, podendo reagir mais rapidamente às demandas dos clientes em caso de
alterações ou mudança de volume de produção. Existem indústrias que já criam o
operador mantenedor, que não é apropriado para todas as indústrias, apenas
naquelas onde as atividades ficam mais fixas próximas dos equipamentos e
possibilitam uma realidade operativa para divisão de foco e atribuição das
pessoas, sem que haja prejuízos de produção, riscos de acidentes etc.
O QUOTIDIANO, AS QUALIDADES E AS
HABILIDADES GERENCIAIS. A FUNÇÃO GERENTE INDUSTRIAL. A maioria dos gerentes de produção industrial dividem seu
tempo entre as áreas de produção e as sedes administrativas, próximas, anexas,
ou mesmo dentro das indústrias. Enquanto estiverem na área de produção, eles
devem seguir as práticas estabelecidas de SSMA. Fazer o uso padrão dos EPI´s.
Ele é o espelho de liderança, organização e comprometimento. Participa
regularmente de DSS e inspeções de segurança. O tempo no escritório-sede, é
basicamente, para comunicar, se reunir com departamentos pares e subordinados.
Analisar dados da produção e operação. Aprovar documentos. Tratar as
prioridades, e outras estratégias de demandas da alta direção. Assim como analisar,
elaborar relatórios e atuar planejando medidas corretivas, e preventivas.
Trabalham em média 11 horas. Possuem celular
e notebook e trabalham inclusive em turnos tardios, dependendo das
necessidades. Eles podem ser chamados a qualquer hora, para lidar com
emergências, e acidentes, independentemente do dia, e permanecer no ambiente de
produção até que a situação esteja controlada e a produção restabelecida.
NÃO GANHAM HORA EXTRA, E JÁ
ENTRAM NA EMPRESA SABENDO DESTA CONDIÇÃO. EXERCEM CARGOS DE CONFIANÇA e com o
enxugamento que vem ocorrendo na indústria, vem assumindo mais frentes
operativas, e isto está sendo comum nas industrias de todo mundo. Muitos se
privam de uma vida social mais intensa, em razão da preocupação profissional.
Existem muito outras causas e compromissos da profissão, que impedem desligar
mentalmente da indústria, e seus controles. É a atenção permanente em lidar com
rendimento das equipes, e superiores. Trabalhar sob pressão de prazos de
produção, ou situações de emergência, que provocam geralmente uma atmosfera
estressante e geradora de conflitos. A reestruturação corporativa, conforme
comentamos, eliminou grande parte dos níveis de gerenciamento e equipe de
suporte, transferindo assim mais responsabilidades e atribuições para os gerentes
industriais elevando naturalmente a carga de estresse em cima dos Gerentes
Industriais.
A ATENÇÃO MÁXIMA EM TREINAR A
EQUIPE PERMANENTEMENTE E MELHORÁ-LA. HOJE A NOSSA PRODUTIVIDADE É 1/3 DO
AMERICANO NA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO.BRASILEIRA O Gerente Industrial, estará
portanto sempre em busca de treinamento das pessoas, para aliviá-las do
ambiente contínuo e também prepará-las, tecnicamente, comportamentalmente e
emocionalmente, a fim de prover conhecimento, resistência ao estresse,
habilidade e comprometimento das pessoas com os desafios diários, cada vez
maiores. Podendo assim abastece-las de informações e criando um ambiente de
eficiência avante.
FORMAÇÃO PROFISSIONAL, EDUCAÇÃO
FORMAL E CONTINUADA - Gerentes e líderes industriais, têm formações diferenciadas em
campos diversos tais como: administração de empresas, gerenciamento, tecnologia
industrial, engenharia industrial, engenharia de produção, mecânica, civil,
elétrica, siderúrgica, metalúrgica etc. No entanto, embora os empregadores
possam preferir candidatos com experiência em negócios específicos. Algumas
empresas contratam graduados bem-sucedidos de outros campos de formação que
estão dispostos a desenvolverem a gestão com foco em trabalho relacionado à
produção, mas de uma forma polivalente, que atrele experiência na atividade fim
da produção. Esta é uma forma de fazer com que antes de decisões do avanço para
cargos de alta gerência, que as pessoas tenham não só formação, mas
conhecimento empresarial sistêmico de finanças, economia, controle, administração,
produção, operação, manutenção, engenharias presente na indústria e projetos
estratégicos. Estes conhecimentos, e aprendizados são os que formatam bagagem
profissional, necessária para a ocupação dos cargos de gerências, staf
especial, assessorias e diretorias diversas. A carreira, exige manutenção da
competência, para crescimento e o aprimoramento continuado
ALGUNS GERENTES E LÍDERES INDUSTRIAIS SOB
ORIENTAÇÕES CORPORATIVAS ENTRAM EM CARGOS INICIAIS, COMEÇANDO COMO ASSISTENTES
DE PRODUÇÃO INDUSTRIAL, E COORDENADORES, DEPOIS de preparados para esta
finalidade e em seguida para posições de gerência tática, antes de serem
selecionados para gerenciamento geral. Muitas vezes a opção, é para queles
profissionais que já têm um conhecimento íntimo do processo de produção e da
organização da empresa, o que aumenta a chance de ocupar cargos mais altos. Os
técnicos em geral das atividades industriais podem expandir suas habilidades,
através de graduação, pós graduação, mestrado, treinamentos especiais etc.
Demonstrando qualidades de liderança, auto desenvolvimento e ações motivadoras.
Muitas empresas patrocinam a educação continuada, total ou parcial, visando
fornecer habilidades adicionais necessárias em cargos de administração tática e
funções promissoras. Esta política e apoio a educação continuada é forte na
produção de conhecimento e economiza inclusive com consultorias. À medida que
as operações de produção industrial se tornam mais sofisticadas, um número
crescente de empresas orientam que os RH´s, que busquem candidatos com
pós-graduação em administração industrial ou administração de empresas,
engenharias diversas também. Inclusive para cargos em plantas que operam em ambiente
nacional e internacional - global , onde os gerentes têm mais responsabilidades
além das operacionais e funcionais. Existem posições comerciais que demanda
conhecimento de economia e marketing, combinados com a administração
industrial, engenharia de produção, industrial, civil, mecânica, elétrica,
logística, etc.
QUALQUER UMA DESTAS FORMAÇÕES
CITADAS SÃO CONSIDERADAS REQUISITOS PARA OCUPAR CARGOS MAIS ALTOS. Uma série de
empresas contratam graduados da faculdade com bom desempenho acadêmico e após
treinados no ambiente industrial são colocados como supervisores de primeira
linha e os promovem para cargos de administração mais tarde, dentro de um
programa especifico de preparo, rotação nas áreas, processo e visão da cultura
organizacional com treinamento específico, acompanhado de coaching, sendo
inclusive avaliados.
HOJE, AS EMPRESAS ESTÃO
ATRIBUINDO MAIOR IMPORTÂNCIA ÀS HABILIDADES INTERPESSOAIS DE UM CANDIDATO. O
TRABALHO REQUER A CAPACIDADE DE COMPROMETER, COMUNICAR E NEGOCIAR. Os Gerentes Industriais, líderes devem ser
holísticos e habilidosos na comunicação, principalmente, e devem manter-se
continuamente informados e atualizados sobre novas tecnologias de produção e
práticas de gerenciamento na liderança de pessoas, processo e tecnologia.
Muitos pertencem as empresas que promovem seminários internos, treinamentos
especiais, e organizam a presença de coaches, visando resultados. Estimulam
também a participação em feiras, conferências industriais, onde novos
equipamentos são mostrados e as tecnologias são exibidas com novos métodos de
produção discutidos, aperfeiçoados e testados, e que podem ser adotados ou
experimentados. Estas iniciativas criam elementos para produção de conhecimento
e enriquecimento de know how industrial.
O COMPROMISSO ÉTICO, EXEMPLO DE
HONESTIDADE, RESPONSABILIDADE COM A SEGURANÇA DAS PESSOAS E DO MEIO AMBIENTE.
NÃO BUSCAR A ALTA PRODUÇÃO, RECORDES E LUCRO À QUALQUER CUSTO - O Gerente
Industrial tem esta identidade estritamente ligada com a sua indústria. O
desenvolvimento só pode ser sustentável, ético e responsável. Temos obrigação
de produzir com segurança das pessoas e respeito ao meio ambiente. É nossa
obrigação agir com responsabilidade social, fiscal e ambiental para sermos
vistos e avaliados no mercado como empresa cidadã e responsável. Respeitar os
stakholders e o alinhamento da políticas, diretrizes, código de ética, sobre a
força operativa e funcional. Disponibilizar informações claras e transparentes,
sobre a gestão ambiental. Operativamente a empresa trata os efluentes
industriais. Faz reuso da água. Economiza energia e busca projetos e tecnologia
de utilização de energia limpa. Adota boas práticas de gerenciamento de
resíduos sólidos industriais, conforme legislação. Pratica educação ambiental
em parceria com às comunidades vizinhas, inclusive crianças e valoriza as
políticas e práticas avançadas da Ecoeficiência.
BUSCAR UMA MENTALIDADE DE VALORES
ÉTICOS, QUE FAÇA UMA INDÚSTRIA PRODUZIR COM SEGURANÇA E RESPEITO AO MEIO
AMBIENTE. Gerenciada e preparada também, para produzir não só bens de consumo,
mas profissionais de caráter e nativistas que preservem o futuro sustentável,
através de uma industrial geradora de
capital e renda. Versátil as crises, sendo criativa, competitiva e comprometida
com o futuro e os valores da nação. Estamos na era do capital humano, o único
ativo de uma empresa, capaz de pensar, criar soluções, projetar e introjetar
valores, competitividade, produtividade e eficiência nas indústrias e no país
como um todo, guiadas para projetos destinados a fortalecerem a nossa economia,
saúde, educação, cultura e segurança do povo.
DAR BONS EXEMPLO PARA AS CRIANÇAS. CRIAR KNOW HOW INDUSTRIAL, e agregar em todos os sentidos a educação avançada, ciência, inovação, tecnologia, e avanço para promoverem o desenvolvimento da nação, intimamente ligado ao crescimento da indústria e no trabalho sério, ético, honesto e dedicado dos Gerentes Industriais e suas equipes. Esta é uma das grandes missões do Gerente Industrial brasileiro no século XXI. As crianças éque vão no futuro operar as indústrias e isso é fundamental: prepará-las.
AS EMPRESAS SERÃO ADMINISTRADAS E OPERADAS COM MENOS PESSOAS, MAIS RECNOLOGIA, AUTOMAÇÃO E IA – POR QUE?
A indústria tem a tendência digital,
unindo automação, robótica, inteligência artificial e sensoriamento remoto.
Criando o raciocínio de caminharmos por uma Engenharia, administração e
economia industrial de sistemas Inteligentes. As máquinas físicas, tendem à
combinação e análises digitais, para melhorar drasticamente a produtividade. As
inovações de hardware, por si só, limitam os ganhos de produtividade, e a
capacidade de combinar tecnologia de software com dispositivos físicos para
analisar dados levará a novas inovações. Isto é fato, os aplicativos de serviços
que temos hoje, tais como Uber é um exemplo simples e fácil de ser mostrado, e
que todos entendem. Quanto mais se populariza a tecnologia, mais os
consumidores levam vantagens.
(*) Rowan Pedro de Araújo é Vice Presidente do Conselho Empresarial de Mineração e Siderurgia da ACMinas – Associação Comercial e Empresarial de Minas. Professor de Economia Industrial na UNIDIS
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