ECONOMIA INDUSTRIAL : UNIDIS- GRANDES MUDANÇAS NA ENGENHARIA, ADMINISTRAÇÃO E ECONOMIA INDUSTRIAL, LIGADAS EM SIMETRIA DE GESTÃO, NA BUSCA DE PRODUTIVIDADE E EFICIÊNCIA EM PESSOAS+PROCESSO+TECNOLOGIA E IA

 


As mudanças no ambiente organizacional, tem feito com que as estruturas da administrativas e operacionais passem por novos modelos gerenciais e organização de seus departamentos operacionais.

Economia Industrial é um conjunto de atividades que envolvem a transformação de matérias-primas em produtos, através da intervenção maioritária do fator trabalhista e do fator capital. É composta de teorias e conhecimentos da economia global, que têm como objetivo estudar a atividade industrial e o seu vínculo e relações neste contexto.. Duas definições desenvolvem o conceito de economia industrial, sendo a definição neoclássica: 1. A Economia Industrial é aquela parte da economia que lida com o estudo da formação de preços em mercados imperfeitos e em condições de equilíbrio parcial. 2. A economia industrial analisa as interdependências das empresas nos mercados. Estuda as condições dos mercados, o comportamento das empresas e os resultados econômicos. Atualmente, a definição de atividade industrial e terciária, é definida nesta forma, devido às fortes conexões entre os dois conceitos.

Na linguagem quotidiana, o tema Economia Industrial, pode ser definida como um ramo da economia, no que tange a indústria. Considerando uma modelagem de estudo global, conforme a natureza da economia dos negócios. A direção da economia industrial, é dedicada ao estudo e o comportamento das unidades de produção, operação, instalação, e distribuição de bens e serviços que envolvem o universo das empresas chamadas de economia de mercados, ou segmentos da economia. Inclusive a concentração de estrutura de mercados, e comportamentos desta ênfase.


A ECONOMIA INDUSTRIAL é capaz de partir do pensamento da macro economia, economia global e chegar ao setor industrial, ou departamento industrial. Recomendando uma simetria geral de adoção de um conjunto de elementos de gestão e estratégias para melhorar os sistemas de operações industriais e adaptação ao mercado. Desta forma estabelece, seus efeitos, e relações, que atuam diretamente e indiretamente na economia das indústrias, o mesmo, que a economia industrial.

 O que eu tenho insistido em dizer. é que pelo fato da economia industrial, estar ramificada de forma bastante acentuada na teoria econômica geral. O que ocorre em produção de conhecimento, ações, técnicas industriais, qualidade, mudança de tecnologia. Sucesso em estudos e aplicações correlatas. Progresso de inovação, no ambiente industrial e administrativo, ou sistemas, de otimização de recursos, simetrias de pensamentos operacionais. Alcança níveis estratégicos de ações e decisões intensas. A moderna gestão do capital humano , compliance,  ESG e a TI/IA e investimentos correlatos são temas indissociáveis e atrelados a sobrevivência no mercado global competitivo, exigente e amplamente mutável.



SSMA é a sigla em português para Segurança, Saúde e Meio Ambiente, equivalente ao termo inglês HSE (Health, Safety, and Environment), representando um conjunto de políticas e práticas focadas na proteção dos trabalhadores, da saúde e do meio ambiente, garantindo o cumprimento de normas legais e promovendo o bem-estar e a sustentabilidade nas empresas, além de poder se referir ao Microsoft SQL Server Migration Assistant, uma ferramenta de TI para migrar bancos de dados.

NO CONTEXTO CORPORATIVO (MAIS COMUM):

  • ·         Objetivo: Prevenir acidentes de trabalho, doenças ocupacionais e danos ambientais, integrando esses pilares na cultura da empresa.
  • ·         Atividades: Inclui o controle de EPIs, digitalização de processos, gestão de riscos, treinamento e conformidade com a legislação.
  • ·         Importância: Reduz custos, aumenta a produtividade, melhora a imagem da empresa e garante a qualidade de vida dos colaboradores.

·         No contexto de TI (menos comum):

  • ·         SQL Server Migration Assistant (SSMA): Uma ferramenta da Microsoft que automatiza a migração de bancos de dados de diferentes fontes (como Oracle, MySQL, Access) para o SQL Server e serviços de nuvem Azure.

         Portanto, quando você vê SSMA, a interpretação depende do contexto: pode ser uma área estratégica de uma empresa ou uma ferramenta de migração de banco de dados.O novo gestor do século XXI trabalha com a previsão de turbulências de mercado e crises  cada vez mais comuns dentro de uma economia traiçoeira e mutável dinamicamente. Decisões relativas ao preparo de liderança organizacional e modelos de comando industrial, o avanço em processo de gestão de pessoas e comunicação diferenciada, processos, tecnologia, produtividade, eficácia  e eficiência  nem sempre, são atribuídas à Economia Industrial e a soma das estratégias de gestão em uma definição ampla do fator industrial.

  • É importante a parcela de contribuição da ECONOMIA INDUSTRIAL por estarreunida e embutida na teoria econômica máster, ou na economia central que baliza todas as outras. A ECONOMIA INDUSTRIAL tende a ser mais  valorizada ou falada na mídia e outras ambiências da administração industrial. Um dos fatores é a junção com a ECONOMIA VERDE de vanguarda e a junção com o ESG, pois existe uma pressão global para uma indústria  verde e economia verde.

  • Muitos executivos, passaram a valorizar a economia industrial, entendendo que a tendência, é ter o Gerente Industrial cada vez mais presente e polivalente holístico. Isto porque em 2026 e anos que virão. Podem deparar com a volatilidade e crescimento lento.
  • Para crescer o pouco, que este ambiente turvo da economia nacional, nos possibilita, os executivos devem assumir riscos e liderarem a mudança e inovação industrial. Terão de estar munidos de capital humano, experiente, que entende de produção, operação, manutenção, logística, administração e economia industrial e com uma visão de meio ambiente / sustentabilidade  com uma indústria e uma economia verde. O sinal dessa verdade é o ESG.
  •   As empresas de todo o mundo, enfrentam desafios cada vez maiores com a globalização em níveis de concorrência e custo de produção. Para garantir a competitividade e crescimento sustentável. É fundamental, o uso de liderança e todo tipo conhecimento, e aprimoramento de know how, via capital humano qualificado estrategicamente e uso de tecnologia.
  • A visão é reduzir custos, elevar a produtividade, competitividade e ganhar mercado (market share) este é o desafio, para sobreviver. A função de um Gerente Industrial moderno, impõe um raciocínio tático e prevencionista, para lidar com riscos e liderar todo tipo de mudança com coragem e entusiasmo.
  • O que preocupa os executivos, é a margem de lucro, cada vez mais comprimida e a necessidade urgente de aumentar a produtividade e consequentemente a competitividade.
  • O Brasil, tem diversos problemas como: baixa produtividade, que é 1/4 dos Americanos. Carga tributária altíssima  QUE NÃO ESTIMULA O EMPRESÁRIO EMPREENDEDOR. Sistema logístico de rodovias, portos, aeroportos, ferrovia, hidrovias e mobilidade urbana, sem investimentos, pelos desvios da corrupção tem a infraestrutura sucateada. O Custo BRASIL, NÃO DEIXA O PAÍS DECOLAR. A CORRUPÇÃO É SISTÊMICA E A SAÚDE E EDUCAÇÃO FRACA ESTÃO ENTRE AS PIORES DO MUNDO.

Custo Brasil é um termo que resume os entraves estruturais, burocráticos e econômicos que encarecem a produção e os negócios no Brasil, reduzindo a competitividade das empresas nacionais frente às importações, gerando perdas de trilhões de reais anualmente em impostos, logística ineficiente, burocracia excessiva, infraestrutura precária e insegurança jurídica, impactando emprego e crescimento.

Principais Componentes do Custo Brasil:

  • Tributação Elevada: A carga tributária é frequentemente apontada como o maior peso, com complexidade excessiva para cálculo e recolhimento de impostos, como demonstra o Brasil ser líder mundial em tempo gasto em burocracia fiscal.
  • Corrupção sistêmica e propinas aliada na Burocracia e Legislação: Excesso de regulamentações e processos complexos para abrir empresas, exportar ou cumprir obrigações legais.
  • Infraestrutura Deficiente: Custos altos com energia (gás natural, eletricidade), transportes (estradas, portos, ferrovias) e telecomunicações, que encarecem a operação e a logística.
  • Insegurança Jurídica: Um ambiente de regras instáveis que afasta investimentos e dificulta o planejamento de longo prazo.
  • Mão de Obra: Falta de qualificação e custos trabalhistas elevados (encargos sociais).
  • Crédito Caro e Escasso: Dificuldade de acesso a financiamento competitivo para as empresas investirem e inovarem.

Impactos:

  • Perda de Competitividade: Produtos brasileiros ficam mais caros no mercado internacional e dentro do país.
  • Menor Crescimento e Emprego: Empresas investem menos, inovam menos, geram menos empregos e o país cresce de forma mais lenta.

  • Esses fatores  que impedem e prejudicam o crescimento das empresas Brasileiras em relação competitividade global. O mercado fica nervoso e inseguro. O custo Brasil, para produzir desmotiva tendo a energia mais cara do mundo, e eleva o estado de preocupação e ansiedade do empresariado que lidera e comanda as indústrias. A indústria de transformação já respondeu por 28% do PIB, hoje está entre 10 a 11%. Estamos desindustrializando.
  • Nesta preocupação existe a ansiedade e a , para reverter a situação. As decisões muitas vezes, queimam etapas do planejamento, ou são equivocadas e falham no meio acirrado da atmosfera de negócios e riscos de mercado. Há situações em que diversas empresas falham ao mesmo tempo. Costuma uma empresa, copiar o que o concorrente faz, e acabam copiando a falha um do outro, e todos falham no mercado.  Os ministros do Brasil não são escolhidos por competência e  meritocracia e sim por amigismo e ideologias políticas. Isso tem sido uma desgraça!!! Da mais suprema corte ao Ministério da Economia exietem indicações de despreparo total!
  • Um erro vêm prevalecendo em várias empresas, e muitos ainda não entendem. Tudo que se for fazer, em uma empresa; de um simples documento eletrônico ao relatório bem feito, à decisão de bilhões. Precisa de experiência. Precisa ter visto e vivido dentro de projetos iguais, ou similares funcionar, em relação ao que está sendo proposto para fazer. Formando um ângulo de visão prática, e eficiente, onde a teoria é fator coadjuvante. Balizar puramente pela teoria, traz riscos gigantesco.
  • As empresas e indústrias que sobre saem. Possuem na verdade um forte planejamento e planos flexíveis, fundamentados em processos conhecidos operacionalmente, ações sistematizadas e sincronizadas com engenharia, administração e economia industrial. Após conseguir este sincronismo estabelecem mudanças planejadas e inovações. Buscando um programa avançado de resultados, inclusive conhecendo o que o concorrente está lançando e aprimorando, em caso de ameaças de mercado.  

A ferramenta de gestão SWOT  (ou FOFA em português) é uma ferramenta de planejamento estratégico que analisa Strengths (Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças) para avaliar um negócio ou projeto, dividindo-os em fatores internos (Forças e Fraquezas) e externos (Oportunidades e Ameaças), auxiliando na tomada de decisões e na definição de estratégias para alcançar objetivos e vantagens competitivas.
  •  Isto leva à decisão imediata, de investir em P&D, com foco em consumidores, ganhar market share, perseguir benchmarking, produtividade, competitividade e tecnologia, de forma favorecer o custo de produto ao consumidor. Esta é a melhor resposta aos concorrentes. Caso não faça, o concorrente se encarrega de eliminá-lo do mercado. Estamos vendo, que aqueles que não tem dinâmica, flexibilidade, ação, ou inteligência de mercado, estão desaparecendo dos negócios.
  • Os consumidores modernos de todo o mundo, querem mudança, avanço da qualidade tecnológica nos produtos, mas pagando cada vez menos, e a concorrência tem possibilitado isto. É imperativo, entender de consumidores modernos e concorrentes. Pesquisando, lendo, sondando market share, destas e outras situações de mercado. Acompanhando de perto esta realidade de competitividade geral e fatores diferenciados, que formam o perfil de mercado do século XXI..
  • É uma transformação que tem afetado diretamente o ambiente da indústria, desde a comunicação, atendimento, liderança, produtividade inovação e qualidade dinâmica. Incluindo encurtamento do custo logístico. Estas estratégias agressivas de concorrentes, não pára mais. É justamente onde a engenharia, administração estratégica de marketing e comunicação  e economia industrial atuam juntas.
  • A política estratégica de reduzir estoques em várias empresas, e operar just in time, é mandatória. Quem não fizer estará em forte desvantagem. Estoque parado é prejuízo, não agrega valor, ofusca os indicadores econômicos e financeiros do negócio.
  • A indústria tem a tendência digital, unindo automação, robótica, inteligência artificial e sensoriamento remoto. Criando o raciocínio de caminharmos por uma Engenharia, administração digital e economia industrial de sistemas Inteligentes. As máquinas físicas, tendem à combinação e análises digitais, para melhorar drasticamente a produtividade e operar e administrar as empresas com menos gente.
  •  As inovações de hardware, por si só, limitam os ganhos de produtividade, e a capacidade de combinar tecnologia de software com dispositivos físicos para analisar dados e levará a novas inovações. Isto é fato; os aplicativos de serviços que temos hoje, tais como Uber é um exemplo simples e fácil de ser mostrado, e que todos entendem. Quanto mais se populariza a tecnologia, mais os consumidores levam vantagens e o custo abaixa.
ECONOMIA DE ENERGIA E ÁGUA NA INDÚSTRIA

, Economia de água e energia na indústria reduz custos drasticamente, aumenta a competitividade e melhora a imagem da empresa, pois otimiza o uso de insumos, diminui despesas operacionais com contas de luz/água, reduz a necessidade de produtos químicos e tratamento de efluentes, e permite maior autonomia com fontes renováveis e reuso de água, gerando um ciclo de economia e sustentabilidade.

Como a Economia de Água Reduz Custos:

  • Menor Consumo: Reduz custos diretos de compra, tratamento e bombeamento de água.
  • Menos Químicos: Diminui a necessidade de produtos químicos para tratamento.
  • Menos Descarte: Reduz custos com tratamento e descarte de efluentes.
  • Captação de Chuva: Reduz a demanda por água potável para limpeza, caldeiras, etc..
  • Tecnologias Simples: Arejadores podem diminuir o fluxo de água em até 80% em torneiras.
  • Como a Economia de Energia Reduz Custos:
  • Otimização: Produzir mais com menos energia, eliminando perdas e desperdícios.
  • Fontes Renováveis: Mercado Livre de Energia e autoprodução (solar) geram tarifas mais competitivas.
  • Manutenção Elétrica: Previne fugas de corrente, sobrecargas e superaquecimento, que geram perdas.
  • Tecnologia: Telemetria para monitorar consumo e identificar falhas.
  • Eficiência de Equipamentos: Usar motores compatíveis com a potência, reduzir cargas indutivas e balancear redes.

Benefícios Além da Redução de Custos:

  • Vantagem Competitiva: Diferencia a empresa no mercado.
  • Sustentabilidade: Atende a regulamentações e melhora a imagem da marca.
  • Resiliência: Maior autonomia e menor dependência de recursos.
  • Em Resumo: Investir em eficiência hídrica e energética não é apenas uma questão ambiental, mas uma estratégia econômica inteligente que impacta positivamente o faturamento e a longevidade da empresa.


MELHORIA CONTÍNUA

Kaizen é uma filosofia japonesa de melhoria contínua, que significa "mudança para melhor", focada em fazer pequenas e constantes melhorias em processos, produtos e serviços, envolvendo todos na organização, do CEO ao chão de fábrica, para aumentar a eficiência, reduzir desperdícios e elevar a qualidade, gerando grandes resultados a longo prazo.

PRINCÍPIOS DO KAIZEN

  • ·         Envolvimento Total: Todos (chefes e funcionários) participam das melhorias, pois todos são importantes para o crescimento.
  • ·         Pequenos Passos: Em vez de grandes revoluções, foca em incrementos diários, tornando a mudança menos assustadora e mais sustentável.
  • ·         Foco no Processo: A melhoria constante do processo leva à qualidade do produto final e ao sucesso do negócio.
  • ·         Eliminação de Desperdícios (Muda): Busca reduzir tudo o que não agrega valor, como tempo ocioso, produção em excesso e retrabalho.
  • ·         Ir ao Gemba (Local): Observar o trabalho onde ele acontece (o "chão de fábrica") para entender os problemas de perto.

COMO APLICAR NA PRÁTICA (EXEMPLOS)

  • ·         Pessoal: Se quer ler mais, comece lendo 10 páginas por dia, não um livro inteiro de uma vez.
  • ·         Profissional: Em vez de um grande projeto, quebre-o em tarefas pequenas e diárias, celebrando cada uma.
  • ·         Empresarial (5S): Organização do ambiente (Seiri, Seiton, Seiso, Seiketsu, Shitsuke), padronização e disciplina.

Benefícios

  • ·         Aumento da produtividade e eficiência.
  • ·         Redução de custos e desperdícios.
  • ·         Melhora da qualidade dos produtos e serviços.
  • ·         Maior engajamento e motivação dos funcionários.

(*)Rowan Pedro de Araújo é Diretor e Vice Presidente dos Conselhos Empresariais de Mineração e Siderurgia e do Agronegócio da ACMinas - Associação Comercial e Empresarial de Minas - é professor de ECONOMIA INDUSTRIAL na UNIDIS

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