ECONOMIA INDUSTRIAL: O Capital Humano, está apoiado em uma situação que eu acredito firmemente hoje : existem três capitais fundamentais na empresa : capital intelectual, o capital emocional e o capital ético.


O Capital Humano, está apoiado em uma situação que eu acredito firmemente hoje : existem três capitais fundamentais de uma empresa são: o capital intelectual, o capital emocional e o capital ético. Da interação entre estes três capitais e do estabelecimento de uma estratégia consistente nasce a possibilidade de um modelo de negócios lucrativo e sustentável.
  • Capital Intelectual é o conjunto de ativos intangíveis de uma empresa – conhecimento, habilidades, criatividade e experiência dos colaboradores (Capital Humano), mais os sistemas, processos e dados (Capital Estrutural), e a força das relações com clientes e parceiros (Capital Relacional) – que, somados, geram valor e vantagem competitiva, sendo um motor crucial para o sucesso e inovação, embora difícil de medir financeiramente.
  • O capital emocional é um ativo intangível que representa a capacidade de um indivíduo, equipe ou organização de gerenciar emoções para enfrentar desafios e manter a produtividade. Ao contrário do capital financeiro, ele foca na resiliência e no bem-estar psicológico como motores de eficiência.
  • Capital Ético refere-se ao valor econômico e social que uma organização ou indivíduo acumula por meio de comportamentos íntegros, transparentes e responsáveis. Diferente do capital financeiro, ele é um ativo intangível baseado na confiança e na reputação. Atrela reputação e aos valores morais de uma organização ou indivíduo, sendo um ativo intangível crucial para a longevidade empresarial e a confiança social, especialmente no contexto atual de pautas ESG (Ambiental, Social e Governança),onde se busca conciliar lucro com responsabilidade e justiça, embora haja debates filosóficos sobre a possibilidade de um capitalismo verdadeiramente ético.

No entanto, é preciso considerar que não basta a presença do capital intelectual, ele precisa de autonomia e condições de suporte emocional para que possa manifestar seu potencial inovador. Ter as melhores cabeças e não deixá-las pensar e implantar suas ideias é suicídio empresarial, e, infelizmente é mais comum do que podemos imaginar.

  • Fala-se muito em inovação, mas resiste-se às mudanças, verbalizamos a importância das pessoas e do clima na empresa, mas continuamos presenciando uma deficiente gestão das emoções. Quando pressionadas, as pessoas tornam-se mais punitivas e menos produtivas. A vantagem competitiva só se torna efetiva quando investimos na realização pessoal e profissional de nossos talentos! Investir no capital humano, nas pessoas como fonte de valores e nos líderes de caráter, trabalhadores e habilidsos para lidar com pesspoas.
  • Duas empresas podem estar situadas na mesma região. Atuarem no mesmo mercado, com a mesma capacidade fabril, a mesma tecnologia, máquinas idênticas em quantidade e tempo de uso, e ainda o mesmo número de empregados. Uma será sucesso e a outra fracasso. A diferença, entre o sucesso e fracasso, vai estar nas pessoas. Na experiência, inovação e na forma de comando, e pensamento de gestão estratégica, sob o pensamento holístico-sistêmico, comunicação e como as pessoas são tratadas, gerenciadas, lideradas, educadas treinadas e motivadas, com a missão de produzirem com qualidade, responsabilidade e ética. O bom exemplo de coragem e ética da liderança é essencial para o pensamento coletivo e comprometimento sistêmico das equipes produz feedback, empatia, liberdade e criatividade.
  • O Professor Mário Sérgio Cortella, com muita propriedade, afirma: “Tecnologia hoje é commodity. O que faz a diferença são as pessoas .
  • Investindo em comunicação, liderança, treinamento e educação continuada  vamos crescer em produtividade, competitividade integrando pessoas, processo, tecnologia, inovação e projetos estratégicos sustentáveis. Focados no aumento do nosso capital humano. Queremos levar a Universidade Corporativa para o campo, o ambiente Rural do Agronegócio e o pós técnico para uma mentalidade agro industrial. Isso possibilita maior valor agregado ao produto. Estimula o maior lucro e o incremento do agronegócio. Mais especialização das pessoas e empregos melhores.
  • Dessa forma priorizamos a melhoria e aumento do capital humano através da educalização, escolarização e tecnologização. Usando a pedagogia empresarial, psicologia organizacional , comunicação, treinamento, educação e manutenção da competência das pessoas.
  • "Não podemos ficar tentando abrir portas do futuro com as chaves do passado." (César Souza)
  • Tudo isso será tratado como um Projeto de Aumento do Capital Humano. "Tecnologia hoje é commodity. O que faz a diferença são as pessoas. Por isso, as empresas inteligentes têm investido cada vez mais no treinamento e montado seus estoques de conhecimento, o que traz velocidade e renovação constante aos negócios.” (Mário Sérgio Cortella)
  • Rowan Pedro de Araujo -Diretor e Vice Presidente dos Conselhos Empresariais de Mineração e Siderurgia e do Agronegócio da ACMinas - Associação Comercial e Empresarial de Minas - Atua como professor de Economia industrial na UNIDIS

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