ECONOMIA INDUSTRIAL: INCLUSÃO NAS ATIVIDADES EMPRESARIAIS – MINERAÇÃO, COMÉRCIO EM GERAL DAS PESSOAS COM SÍNDROME DE DOWN




IDIS - INSTITUTO IVONE DI SPIRITO - UNIDIS - UNIVERSIDADE CORPORATIVA VIRTUAL- FUNDADORES – ROWAN PEDRO DE ARAÚJO - ANA GAVINHO - M.CONCEIÇÃO SPÍRITO, LEILA DI SPÍRITO.
INCLUSÃO NAS ATIVIDADES EMPRESARIAIS – MINERAÇÃO, COMÉRCIO EM GERAL DAS PESSOAS COM SÍNDROME DE DOWN


Estamos orgulhosos por ter lançado em 05/06/2021, Dia Mundial do Meio Ambiente, o “PROJETO A INCLUSÃO DO DOWN NA SUSTENTABILIDADE”. Nós montamos um treinamento para que eles possam atender profissionalmente a indústria da mineração e outras. O trabalho é atuar nos viveiros e cuidados com a formação de mudas, destinadas para população vizinha, recuperação e reflorestamento de áreas degradadas, com a formação deles como auxiliares e instrutores de cuidados ambientais para as comunidades do eixo das empresas, escolas primárias, etc. Sobre o lixo, horta orgânica doméstica e outras “atividades verdes”. O Projeto é acompanhado, por técnico de segurança do trabalho, pedagogo, psicólogo, e agrônomo. Todos voluntários dentro de ações planejadas e integradas desses profissionais.


No Brasil, a estimativa mais comum e atualizada (2025) indica que a Síndrome de Down ocorre em aproximadamente 1 a cada 700 nascimentos.

  • Embora algumas fontes citem a proporção de 1 para cada 1.000 (frequente em médias globais), dados nacionais reforçam a prevalência em torno de 1:700.
  • Pontos principais sobre a Síndrome de Down no Brasil:
  • População Total: Estima-se que existam cerca de 300 mil pessoas com a síndrome no país, segundo dados do IBGE.
  • Fator de Risco: A incidência é significativamente maior em gestações de mulheres com idade avançada; aos 40 anos, a chance é de 1% (1 em 100), e aos 45 anos sobe para 4% (1 em 25).
  • Inclusão: Em 2025, o governo federal reforçou que apenas 5,3% dessa população está inserida no mercado de trabalho, destacando o foco em políticas de inclusão social.
  • Expectativa de Vida: Houve um avanço expressivo, saltando de menos de 25 anos em 1990 para cerca de 60 anos atualmente.



Vale destacar que a inclusão das pessoas com síndrome de down nas empresas está deixando de ser uma prática considerada puramente de ajuda social e ocupando um espaço formalmente organizacional e estratégico nas empresas, Os departamentos que possuem empregados com síndrome de down, são bem vistos. A empresa é bem vista na comunidade porque eles são carismáticos e geram orgulho. São exemplos locais de trabalho, disciplina, motivação e superação, ao lado de suas mães as verdadeiras heroínas que com eles vencem os preconceitos e os preconceituosos. Criam um capital humano brasileiro com talento. Em cada 1000 bebês que nascem no mundo, um apresenta síndrome de down. No Brasil estimam que são 300 mil downs. Alguns já possuem formação superior e há centenas de tecnólogos e milhares desempenhado a função profissional com destaque.

  • Embora não haja um número exato e atualizado, o Brasil tem pouquíssimas pessoas com Síndrome de Down com curso superior, com estimativas variando: em 2019/2021, falava-se em cerca de 74 formados, enquanto em 2025, a UniCesumar mencionava apenas 94 dos 300 mil brasileiros com SD alcançando o ensino superior, mostrando um crescimento lento, mas com exemplos inspiradores de inclusão e profissionalização, como Luísa Camargos, a primeira RP com Down no Brasil.

Dados e Contexto:

  • Baixa Representatividade: Mesmo com o aumento de matrículas na rede regular (de 200 mil para mais de 1,18 milhão de alunos com deficiência até 2021), o ensino superior ainda é um desafio, com menos de 100 formados até 2021.

Foco no Crescimento:

  • A Lei de Cotas para Pessoas com Deficiência (PCD) tem facilitado o ingresso em universidades federais, impulsionando o número de estudantes, mas a conclusão ainda é um gargalo. (primeira professora com SD) e Luísa Camargos (primeira RP) demonstram o potencial, inspirando outros a buscar seus sonhos. Design, Moda, Artes e Gastronomia têm sido os preferidos por estudantes com Síndrome de Down.
  • Em Resumo: O caminho para a formação superior de pessoas com Síndrome de Down no Brasil é um processo contínuo de inclusão, com números ainda pequenos, mas que refletem avanços significativos na educação e na quebra de barreiras sociais.

  • Já há uma vereadora e fisioterapeuta com síndrome de down, advogada, bacharel em comunicação, Fotógrafos. Atletas campeões de judô. Professora formada em pedagogia de crianças que a amam como uma mãe e muita gente na gastronomia superior Auxiliares de escritórios e freira. Todos excelentes profissionais. Se trata de um capital humano brasileiro, talentoso e exemplo de superação. Venceram o preconceito! A maioria frequentou escola regular, uns moram sozinhos. Alguns são casados entre downs, levam a vida felizes. As escolas e tratamento de síndrome de down com qualidade é ainda caríssima e só 5% da população possuem condições para bancar essa condição de tratamento, fonoaudiologia, nutrição, esporte, equoterapia etc. As APAES fazem um trabalho magnífico em prol dos down´s em todo Brasil..
  • Covid-19 já vitimou quase 700 pessoas com Síndrome de Down no país. Pessoas com síndrome de Down têm 10 vezes mais risco de morrer por Covid-19. Os cientistas também descobriram um risco quatro vezes maior de internações relacionadas ao novo coronavírus para aqueles com síndrome de Down. Objetivo permanente do nosso IDIS é facilitar a inclusão de pessoas com síndrome de Down no sistema educacional e profissional. Garantir o cumprimento dos Direitos da Inclusão das Pessoas com Deficiência. Garantir que todas as pessoas com síndrome de Down desenvolvam o projeto de vida que elas mesmas determinam e sejam cidadãos ativos por seus próprios méritos.. Buscamos o apoio a saúde delas também.
  • Caminhamos para uma mudança de visão sobre as pessoas com síndrome de Down. Isso é resultado de um apelo lançado por várias mães de crianças com síndrome de Down, voluntários, e outros, no mundo todo. O IDIS vem abrindo espaço de comunicação para informações diferenciadas e ecos do campo sobre essa deficiência. Estamos conseguindo avançar. Hoje cientes da importância de ter pessoas com deficiência no mercado de trabalho, eu como pesquisador e dono do IDIS, tenho analisado o impacto que as pessoas com síndrome de Down podem ter no ambiente de negócios.
  • Vários países do mundo possuem legislação específica que exige que as empresas contratem pessoas com deficiência. Em geral, o foco está mais nos desafios da inclusão do que no valor real que essas pessoas podem agregar às organizações. No BRASIL temos essa lei. Os caminhos para a inclusão dependem da necessidade de apoio e da eliminação de barreiras relacionadas aos diferentes tipos de deficiência e às características individuais das pessoas envolvidas.
  • Como regra, é mais desafiador incluir pessoas com deficiência intelectual, e as empresas preferem contratar pessoas com deficiências físicas ou sensoriais. No entanto, algumas empresas optaram por enfrentar o desafio muito mais complexo de contratar pessoas com deficiência intelectual. Aqueles que o fizeram descobriram que essas pessoas podem agregar valor à saúde organizacional (a capacidade de uma organização de se alinhar, executar e renovar-se mais rapidamente do que os concorrentes, de modo que possa sustentar um desempenho excepcional ao longo do tempo). Os empregados com síndrome de Down são um tema de pesquisa particularmente interessante, pois apresentam uma série de características que aumentam os desafios associados à inclusão e trazem benefícios agregados. Muitos empresários entendem que a inclusão e diversidade são temas de vanguarda. Alguns já enxergam as potencialidades de exemplo de superação do perfil das pessoas com síndrome de down e querem te- las em suas empresas, pois são bons exemplos no ambiente e clima organizacional.









Rowan Pedro de Araújo - Graduado em Administração. Consultor e Conselheiro Independente. Diretor e Vice Presidente dos Conselhos Empresariais de Mineração e Siderurgia e do Agronegócio. Membro do Conselho Empresarial de Segurança Pública  da ACMinas - Associação Comercial e Empresarial de Minas. Ambientalista, educador.  Co  Fundador do IDIS Instituto Ivone Di Spírito, destinado a ajudar crianças com síndrome de down, APAE´S e Equoterapia - Fundador da UNIDIS Universidade Corporativa Virtual. 





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