ECONOMIA INDUSTRIAL: FATOS DA ADMINISTRAÇÃO QUOTIDIANA
Não temos mais tempo a perder, porque os concorrentes são fortes, as metas arrojadas e a produção tem de ser cumprida com rigor das especificações da qualidade controlada para planejar a escala de produção estrategicamente em fatores intrínsecos da qualidade e quantidade com o mínimo de estoque. A concorrência tem comprimido drasticamente a margem de lucro das industrias e isso leva a investimentos em tecnologia para aumentar a competitividade e a produtividade. A competitividade é a característica ou capacidade de qualquer organização em lograr cumprir a sua missão, com mais êxito que outras organizações competidoras.
O aspecto da logística atrela à um circuito de dinâmica e novas estratégias. São tecnologias, IA consolidando como fortes diferenciais. Mas o que funcionam e se prevalce na verdade são pessoas qualificadas, bem educadas, bem formadas, treinadas e competentes. A Era é a do Capital Humano. Portanto No século XXI pós pandemia, grandes transformações ocorrem nesse competitivo século XXI diante a Economia Mutável dos Negócios. O fator tecnologia e a necessidade conexa de "qualificar pessoas" é uma realidade crescente. A competitividade é exponencial em todos os sentidos. Sobreviverá aqueles líderes, diretores, gerentes, gestores e staf´s com alto grau de inteligência humana, emocional, coletiva, social , mas preparados para lidar com a tecnológica. Porque eles serão considerados verdadeiros atiradores de elite, se errarem ou optarem por projetos nefastos e inviáveis, ou decidirem mal vão estar fora! As empresas serão operadas e administradas com menos gente e mais inteligência artificial e tecnologia avançada. Sensoriamento remoto, robótica, automação e outras ferramentas modernas a surgir. Pessoas qualificadas e preparadas (capital humano forte) vão ganhar a competição. O Professor Mário Sérgio Cortella , com muita propriedade, afirma: “Tecnologia hoje é commodity. O que faz a diferença são as pessoas ...
As empresas serão cada vez mais digitais, providas de inteligência artificial, automação, robótica e sensoriamento remoto. As empresas serão administradas e operadas com menos gente. Essa é a realidade! O sucesso empresarial nunca será no século XXI, história do fator sorte ou por acaso Planejamento, treinamento, educação continuada, manutenção da competência talento das pessoas, equipes forte, leais , competentes e multidisciplinares. Conhecimento forte e o capital humano e operacional diferenciado. e tecnologista é o que vence no mercado competitivo..
Os administradores de vanguarda se destacam pela competência, coragem e liderança. Fazem e lideram grandes mudanças, são fortes em gestão de risco e usam a comunicação, empatia e a inteligência emocional, como um ponto alto de sua gestão e trilham assim o caminho do sucesso coletivo aliando um comportamento estratégico e mútuo. Conseguindo bater metas arrojadas e alcançar os objetivos almejados.
Eles possuem habilidade e proatividade capazes de gerir o tempo e as prioridades que são elementos unidos na necessidade de operar e administrar a indústria com eficiência. O Gerente é pago para gerar resultado, planejar metas e cuidar do talento de lideres liderados, para maximizar rendimento de pessoas, processo e tecnologia no nível estratégico, que é orientado pela alta administração, tático orientado pelas gerências e o operacional com alinhamento de qualidade, ações e esforços coletivo - com diretrizes da Alta Administração - Gerência e Técnicos.. As estratégias devem ser traçadas por líderes experientes.
Muitas falhas decorrem da falta de experiência e individualismo em querer maximizar o lucro, mas não respeitando a qualidade definida pelo cliente, o que não é ético e nem responsável Deve haver mandatoriamente a consciência real de sua própria responsabilidade e do significado de suas ações. Poucos executivos corporativos, grandes, médios ou pequenos, já entenderam que completar essa "grande lacuna" entre abordagem ética e lucros são indispensáveis, com a moralidade sem o modismo e o individualismo, sendo o que deve prevalecer.
O desenvolvimento empresarial é necessário, com sustentabilidade, moral e ética, e é isso valoriza a marca. Compliance e ESG valoriza as empresas e são chaves da boa reputação da empresa e governança.
Ecoeficiência é a estratégia de gerar mais valor (bens e serviços) com menos impacto ambiental, ou seja, oferecer produtos e serviços que atendam às necessidades humanas e melhorem a qualidade de vida, enquanto se reduz o consumo de recursos e os danos ecológicos ao longo de todo o seu ciclo de vida, transformando a questão ambiental em oportunidade de negócio sustentável. Em essência, a ecoeficiência busca:
- Produzir mais com menos: Otimizar processos para usar menos energia, água e matérias-primas. Reduzir o impacto: Diminuir a poluição, desperdícios e emissões de gases de efeito estufa. Aumentar a qualidade de vida: Garantir que as necessidades das pessoas sejam atendidas de forma mais sustentável. Pensar no ciclo de vida: Avaliar os impactos desde a extração da matéria-prima até o descarte final do produto. Exemplos práticos de ecoeficiência: Uso de energia renovável: Instalar painéis solares para gerar energia limpa e reduzir custos. Tecnologias eficientes: Usar iluminação LED e sistemas de aquecimento/resfriamento mais eficientes. Gestão de resíduos: Prevenir o excesso de embalagens, optar por refis e reciclar. Inovação em produtos: Criar produtos que consumam menos recursos durante o uso. Por que é importante? A ecoeficiência harmoniza economia e ecologia, ajudando empresas a serem mais competitivas, a agregarem valor aos seus produtos e a contribuírem para um futuro mais sustentável,evitando a superexploração dos recursos naturais do planeta. Com relação aos líderes. A governança afeta a vida cotidiana e todas as ações que envolvem o comportamento ético nos negócios, exibindo valores éticos bem definidos e reconhecidos! As empresas éticas são aplaudidas no mercado, e alcançam valores substanciais e são bem vistas . As vistas como não éticas estão ficando fora dos padrões empresariais do século XXI e vão carregar também profissionais trazendo a péssima reputação aos dois lados.
(*)Rowan Pedro de Araújo é Diretor e Vice Presidente dos Conselhos Empresariais de Mineração e Siderurgia e do Agronegócio da ACMinas - Associação Comercial e Empresarial de Minas - é professor de ECONOMIA INDUSTRIAL na UNIDIS
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