ECONOMIA INDUSTRIAL: BRIEFING CENÁRIO DO BRASIL NOVEMBRO 2025

 



O Brasil não é um país desenvolvido devido a uma combinação de história de colonização exploratória, problemas estruturais crônicos como baixa produtividade, educação defasada e alta desigualdade, instabilidade fiscal e política, um sistema tributário complexo, burocracia, falta de investimento em tecnologia e inovação, e uma economia dependente com desafios na industrialização e abertura comercial, resultando em baixo crescimento do PIB per capita e crises recorrentes.

A MÁ GESTÃO, FALTA DE CONTROLE DE GASTO e uma política competente na economia do país é notada em todo planeta, Corrupção favorecimento de aliados políticos e conluios. Estatais como ponte de corrupção e favorecimento de ideologias políticas. Péssimos investimentos sem critérios técnicos. Indicações de cargos chaves pelas amizades, coleguismos políticos e trocas de favores, e não a competência e conhecimento. Só colocam incompetentes no poder com propósito  de rachadinhas e vícios da politicagem . Impera a demagogia, corrupção e incompetência. 

 

Alto custo do judiciário, congresso, estatais, arranjos e outros  com super salários e mordomias / benefícios que os paíese ricos não possue. Coisas que drenam os cofres públicos. Alto número de funcionários públicos e nas estatais  rombo de bilhões.  Muita gente atoa. Essas  são as degraças no Brasil e isso existe em partidos de direita esquerda e centrão. Não há projeto atualmente  de  privatizações urgente para aliviar o país.

 

O RISCO BRASIL-  AFUGENTA INVESTIMENTOS - NINGUÉM CONFIA NO BRASIL. A dívida interna e externa do Brasil sempre esteve em patamares altos. Não adianta artificializar números, anabolizar números, ou mentir como já fizeram com o povo desinformado e massa de manobra; e sem educação. Dizendo em brados  que a dívida externa estava paga, isso à alguns anos atrás. Temos os piores índicadores em educação e IDH (indice de de desenvolvimento) idem.


NÃO FALTA DINHEIRO - FALTA ESTADISTA,   PRESIDENTE  DE VISÃO EMPRESARIAL E CULTURA. PREPARO, ESCOLARIDADE E COMPETÊNCIA COM UM CORPO DE MINISTROS SÉRIOS, HONESTOS, ÉTICOS E RESPONSÁVEIS PARA COM AS FINANÇAS E ECONOMIA PÚBLICA. GENTE SÉRIA E RESPONSÁVEL IMUNE À CORRUPÇÃO E COMPETENTE EM GESTÃO

  • Em 2014 o governo arrecadou em impostos 1,91 trilhões
  • Em 2015 - 1,99 trilhões -
  • Em 2016 - 2,00 trilhões -
  • Em 2017 - 2,17 trilhões -
  • Em 2018 - 2,38 trilhões -
  • Em 2019 - 2,50 trilhões -
  • Em 2020 - 2,50 trilhões -
  • Em 2021 - 2,59 trilhões -
  • Em 2022- 2,89 trilhões -
  • Em 2023 - 3,05 trilhões -
  • Em 2024 - 3,06 trilhões

 EM 2025 3,77 TRILHÕES ATÉ AS 11:23H DE 14/12/2025 MAIOR ARRECADAÇÃO HISTÓRICA DO BRASIL. PARA ONDE VAI TANTO DINHEIRO????????


 A União Federal possui um patrimônio imobiliário que abrange cerca de 761 mil imóveis. Esse número inclui uma ampla variedade de propriedades, como construções, terrenos urbanos e rurais, ilhas, praias, parques e espelhos D'água. A ESTIMATIVA QUE VALEM MAIS DE  1 TRILHÃO  E A BUROCRACIA  IMPEDE VENDE-LOS URGENTE,  O QUE JUNTO AO SEVERO E DINÂMICO PROJETO DE PRIVATIZAÇÃO ALIVIAVA O PÁÍS.  FALTA PORTOS, AEROPORTOS E BOAS RODOVIAS.   

Desafios e Perspectivas:

  • Reformas: Necessidade de reformas estruturais (tributária, administrativa) para reduzir juros, baratear capital e atrair investimentos.
  • Economia Verde: Foco na transição para uma economia de baixo carbono, com biocombustíveis (etanol) e energias renováveis.
  • Investimento: Para crescimento sustentável, o país precisa de reformas e educação para evitar um "voo de galinha".
  • Indicadores (2025, dados recentes):
  • Crescimento (T3/2025): PIB cresceu 0,1% em relação ao trimestre anterior, com agropecuária e indústria em alta, e serviços estáveis.
  • Emprego (Out/2025): Taxa de desemprego em 5,4%; população ocupada cresceu 0,1%.
  • Em resumo, o Brasil possui uma economia diversificada e robusta, mas busca estabilidade e crescimento a longo prazo através de reformas e adaptação a um cenário econômico global em transformação, com a agricultura e tecnologia sendo pilares importantes.
  • Custo Brasil
 Custo Brasil é o termo que descreve o conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas e econômicas que encarecem a produção e os negócios no Brasil, tornando a indústria menos competitiva globalmente, com estimativas apontando um custo extra de R$ 1,7 trilhão por ano (cerca de 20% do PIB) devido a fatores como tributação complexa, burocracia excessiva, gargalos logísticos e insegurança jurídica, afetando empresas e consumidores.

Principais Componentes do Custo Brasil:

  • ·         Tributação Complexa: Excesso de impostos, dificuldade na apuração e alta carga tributária.
  • ·         Burocracia: Processos administrativos lentos e custosos para abrir, operar e fechar empresas, além de obrigações acessórias.
  • ·         Infraestrutura Deficiente: Gargalos logísticos (transporte, portos, energia) que elevam os custos de escoamento de produtos.
  • ·         Insegurança Jurídica: Ambiente regulatório instável que desestimula investimentos.
  • ·         Custo de Crédito: Dificuldade de acesso e custo elevado para o crédito.
  • ·         Capital Humano: Baixa qualidade da mão de obra em comparação com outros países.

Impactos do Custo Brasil:

  • ·         Redução da Competitividade: Produtos brasileiros ficam mais caros e menos atrativos no mercado internacional.
  • ·         Prejuízo ao Consumidor: Produtos nacionais e importados se tornam mais caros.
  • ·         Menor Geração de Empregos e Investimentos: Desestimula o investimento produtivo e a criação de vagas.
  • ·         Desperdício de Recursos: O montante gasto com esses entraves poderia ser investido em outras áreas.

Origem do Termo:

  • ·         O conceito surgiu em 1995, durante um seminário da Confederação Nacional da Indústria (CNI) (CNI), para descrever os "vilões" que dificultavam o ambiente de negócios no país, conforme divulgado em publicações da Agência de Notícias da Indústria.

Soluções:

  • ·         A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) lideram estudos e propõem medidas para reduzir esses custos, como a reforma tributária, simplificação de leis e melhorias na infraestrutura, visando aumentar a produtividade e o crescimento econômico do Brasil.

Principais Macro Fatores:

  • ·         Legado Histórico e Estrutural:
  • ·         Colonização Exploratória: Foco na extração de recursos, formação de elites poderosas e desigualdade social que persiste.
  • ·         Dependência Tecnológica: Reprodução de tecnologias criadas em outros países, em vez de inovação própria.
  • ·         Corrupção sistêmica nos 3 poderes e relações obscuras. Abuso de poder e autoridade. Justiça seletiva. Injustiça e de credibilidade na instituições  que abalam  a segurança jurídica e afasta  investimentos.  Ambiente de negócio nefasto. “Poucos confiam no Brasil” A imagem internacional do país, seus políticos e poderes de decisões  são  extremamente negativas aos olhos do mundo.  

        Economia e Finanças Públicas:

  • ·         Baixa Poupança e Investimento: Falta de poupança interna eleva as taxas de juros, dificultando investimentos.
  • ·         Déficit Fiscal e Dívida Pública: Gastos públicos elevados, benefícios fiscais excessivos e máquina pública inchada.
  • ·         Sistema Tributário Complexo: Dificulta o empreendedorismo e a competitividade.
  • ·         Inflação e Juros Altos: Consequência de desequilíbrios fiscais, desestimulando o crescimento.

Produtividade e Inovação:

  • ·         Baixa Produtividade: Mão de obra pouco produtiva devido à tecnologia defasada e falta de qualificação.
  • ·         Falta de Investimento em P&D: Pouco investimento em tecnologia e inovação.
  • ·         Educação e Capital Humano/ Capital Humano fraco em educação, cultura, tecnologia e competitividade. Produtividade raquítica na indústria.:
  • ·         Atraso Educacional: Baixa qualidade e acesso à educação, impactando a qualificação da força de trabalho.

·         Ambiente de Negócios Nefasto e Burocracia:

  • ·         Dificuldade para Empreender: Excesso de burocracia e complexidade para abrir e gerir negócios.
  • ·         Protecionismo: Falta de abertura da economia para o mercado global.

Desigualdade Social:

  • ·         Disparidade Social: Grande diferença entre ricos e pobres, com acesso desigual a serviços e oportunidades, perpetuando ciclos de pobreza.

Nota importante:

  • ·         Em resumo, o Brasil possui uma economia diversificada, mas não consegue sustentar um crescimento robusto e inclusivo devido a esses desafios interligados, que impedem o país de atingir o status de desenvolvido, apesar de ser uma das maiores economias do mundo. Está entre as 10 maiores, mas sempre oscila nessa posição
Rowan Pedro de Araújo - Professor 
de Economia Industrial - UNIDIS 

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