ECONOMIA INDUSTRIAL : ADMINISTRAÇÃO E O DIA DO ADMNISTRADOR - PROFISSÃO ADMINISTRADOR DE EMPRESAS 09 DE SETEMBRO - 60 ANOS RECONHECIDA, É O DIA DO ADMINISTRADOR DE EMPRESAS
O administrador é aquele que atua no planejamento, na organização, na gestão e no controle das empresas. Num primeiro momento suas funções foram delimitadas como: planejar, organizar, comandar, coordenar e controlar (POCCC). Planejar - Definir metas, propósitos e objetivos que serão alcançados.
A profissão Administrador de Empresa 55 anos de regulamentação - se compromete a atuar em frentes de recuperação da Economia abalada pelo COVID
O Administrador tem um campo amplo e versátil para atuar, tais como: Direção Geral, Gestão da Produção Industrial, Serviços, Recursos Humanos, Auditoria, Finanças, TI, Marketing, Projetos, Obras e Empreendimentos, Facilitie, Suporte, Infraestrutura, Administração Pública. Gestão da Comunicação Interna e Externa, , Mercado de Capitais, Compliance, Comércio Exterior, Turismo, Controladoria, Economia, Suprimento, Logística, Segurança Patrimonial, Saúde Segurança, Meio Ambiente, Risco, Administração de Material, Inteligência Empresarial, Coach / Coaching, e Administração Geral. Esta amplitude da função, tem o aproximado os administradores da produção industrial e outros segmentos mistos, o que vem exigindo características fundamentais como: adaptabilidade no ambiente totalmente industrial. Passando a conviver mais no ambiente produtivo e menos nas salas de administração e escritórios, Temos observado que o mercado busca o administrador versátil, polivalente e dinâmico.
Passamos por uma fase profissional, em que o administrador não pode mais se separar do pensamento sistêmico / holístico da administração (estratégica, tática, operacional) Isto sempre existiu, mas a velocidade comportamental do século XXI, está diferente, quando referimos a forma buscar e elevar a qualidade e potencial dos seus recursos humanos, principalmente em comunicação, gestão dos sistemas, sub sistemas. Em síntese é fazer a gestão e o desenvolvimento de pessoas, processos e tecnologia. Preparando as pessoas para o sistema e o sistema para as pessoas. A economia é global, a tecnologia muda constantemente, não pode produzir com estoque alto, os concorrentes avançam e disputam o market share. O mercado opera com os nervos à flor da pele. A crise, o câmbio / dólar, sobe e desce. Administradores vivem dentro desta atmosfera, que mostra só um caminho: eficiência benchmarking e produtividade, através da maximização do rendimento das pessoas.
Temos de reagir a qualidade de nosso capital humano. A nossa produtividade é 1/3 de um americano, e esta falta de eficiência, está na qualidade da mão de obra. E mão de obra é capital humano. O aprimoramento é um esforço conjunto e bilateral de educação e treinamento,. Por isso precisamos de coaches, apaixonados pela industria, e o orgulho de gerar resultados. Pessoas, que lideram e transmite os valores profissionais, principalmente ética, para as pessoas, sustentarem de forma leal, organizada e avante, a missão, visão, crenças e valores focados em orgulho de pertencer a empresa. Fazer parte de suas estratégias e conquistas. Nesta condição a profissão Administrador de Empresas, faz um coach automaticamente, que lidera, apoia, encoraja, planeja e enfrenta os desafios. Alcança metas, objetivos e forma experiências de sucesso.
Falta de conhecimento não é atestado de incompetência, se trata de limitação financeira e falta de acesso a educação de qualidade. Os administradores, engenheiros e economistas percebem, que sem um projeto forte de educação, e bons coaches na indústria e no agronegócio~nós não vamos crescer e precisamos preparar o nosso capital humano, para um processo de competitividade. Os administradores vão aumentar a habilidade coach em comunicação.
Conhecimento nunca foi absoluto e nunca será absoluto. No século XXI a dinâmica em que vivemos é uma fábrica de sucateamento de ideias, conceitos e práticas que ficam obsoletas rápidas. Só mesmo a assimilação das mudanças, adaptação ao meio ambiente competitivo, moderno e contemporâneo, junto com a manutenção da nossa competência e o capital humano, que dispomos, é que podemos levar às operações da empresa ao sucesso.
Os organogramas estão cada vez mais horizontais e isto faz parte de uma tendência mundial. É notório que as empresas estão enxugando e encurtando os seus organogramas. Fundindo diretorias, gerências e supervisões. Esta situação é uma decisão dos conselhos de administrações das empresas modernas em uma prática ou modelo global de decisões, como forma de conterem os gastos, gerarem economia em todos os setores. Uma iniciativa natural, que visa remunerar o acionista da melhor forma possível, gerando mais lucro e elevando a competitividade. A governança corporativa determina este modelo de gestão para produtividade, competitividade e eficiência, e os administradores, sempre se mostraram capazes para assumirem ou contribuírem com este processo.
O organograma mais leve facilita a comunicação, e fluência dos processos, possibilitando agilidade nas decisões e mais facilidade de administrar. Podendo focar com mais dinâmica e força do negócio na sua atividade fim. Devemos entender, que é função dos líderes comunicar bem, de que a pressão para se produzir, sempre existiu, e sempre existirá no mundo, desde a construção das pirâmides, e que neste século esta pressão é diferente, e muito mais exigente.
Quem não compreender este processo e não ter identidade ou comprometimento, estará fora da escala de ascensão profissional e até abaixo dos medianos. É a realidade que temos hoje. Atualizar os conhecimentos e manutenção da competência de administrar. O século XXI vai caminhar para o ambiente de empresas cada vez mais coletiva, multifuncional e toda uma filosofia de pensamento holístico e coletivo. Os administrador será mais tecnologista porque as empresas terão menos pessoas e mais automação, inteligência artificial e sistemas inteligentes. A liderança, pessoas, processo, tecnologia e sustentabilidade serão um alvo constante da administração. o perfil exigido é do "homem de habilidade tecnologista e de penamento humano-competitivo" . Poucos possuem essa qualidade ainda, Uma tarefa para os administradores é formar esse profissional;
Portanto a profissão de administrador vai exigir cada vez mais o mix competência. Aqueles que não se adaptarem à esta realidade global da profissão, correm o risco de não serem engajados nas empresas modernas e poderão passar pelo sucateamento profissional. Mas a manutenção da competência existe, e sempre existiu para ser praticada com muito esforço, dedicação e profissionalismo. Com o ambiente altamente competitivo. Aprimorar, gerar resultados e ao mesmo tempo criar empregabilidade é uma questão de inteligência e sobrevivência.
Outro fato, é que no século XXI, os administradores de empresa, por formação e líderes, só se sustentarão com a manutenção da competência. O modelo do líder moderno; é liderar pelo conhecimento, ética e honestidade, holismo, coragem e muito trabalho, que consiste basicamente em:
Liderar frentes de recuperação da Economia Nacional abalada pelo COVID
Liderar, planeja, medir os impactos negativos e negativos do Tele trabalho, Home Office, Live, EAD, E-leaning, E-commerce, "E-administration" propor soluções correlatas ao avanço da comunicação tecnológica. Mudanças, aumento da competitividade, redução de custo, novos projetos, métodos e meios de otimização de custo. "PREPARAR AS PESSOAS, o nosso capital humano, PARA AS MUDANÇAS, E AS MUDANÇAS PARA AS PESSOAS, NOSSO CAPITAL HUMANO."
Liderar o mercado na identificação de novos líderes, lapidá-los, capacitá-los, tratá-los como sucessores. Propiciar oportunidades. Gerenciar o conhecimento e o talento das pessoas como capital humano e intelectual decisivos século XXI;
Liderar, planejar e Criar uma filosofia de gestão baseada em pensamento sistêmico, holismo educação, treinamento, manutenção da competência. Gerenciamento de Mudança e Risco, coletiva e compartilhada.
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