A ECONOMIA VERDE GERA LUCRO, RESPEITO ENTRE OS STAKEHOLDERS , VANGUARDA E AVANÇO NO CAPITAL COMUNITÁRIO, ÉTICO E COMUNICACIONAL QUE ELEVAM A SATISFAÇÃO DO ACIONISTA
- Sustentabilidade é a capacidade de suprir as necessidades atuais sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir as suas próprias necessidades. Esse conceito busca um equilíbrio entre três pilares fundamentais: o ambiental, o social e o econômico.
Pilares da sustentabilidade
- Ambiental: Refere-se à preservação e conservação dos recursos naturais, garantindo que a exploração seja feita de forma responsável e sem esgotá-los para as próximas gerações.
- Social: Envolve a garantia de necessidades básicas para as pessoas, o respeito aos direitos humanos, a promoção da justiça social, a redução das desigualdades e a melhoria da qualidade de vida para todos.
- Econômico: Diz respeito ao desenvolvimento de um sistema econômico que seja ético e justo, que gere valor e mantenha a harmonia com os pilares ambiental e social.
O QUE É SER ECOEFICIENTE
Ecoeficiência é a prática de entregar bens e serviços com preços competitivos que satisfaçam as necessidades humanas e tragam qualidade de vida, enquanto progressivamente reduzem os impactos ambientais e o consumo de recursos naturais ao longo de todo o ciclo de vida do produto ou serviço. Em termos simples, trata-se de "fazer mais com menos" em relação ao meio ambiente.
líder ecoeficiente é um profissional que integra os princípios de ecoeficiência — produzir mais com menos recursos e menor impacto ambiental — em sua estratégia de liderança e gestão. Esse tipo de líder busca o equilíbrio entre a prosperidade econômica, a responsabilidade ambiental e o impacto social positivo.
Princípios e
Características
- O líder ecoeficiente vai além da gestão tradicional, incorporando um compromisso genuíno com a sustentabilidade e a inovação responsável.
- Visão Holística: Entende que as decisões operacionais têm impactos ambientais e sociais que devem ser considerados ao longo de todo o ciclo de vida do produto ou serviço.
- Otimização de Recursos: Foca na redução do consumo de materiais e energia, minimizando a geração de resíduos e promovendo a reciclagem e o reaproveitamento.
- Inovação e Tecnologia Limpa: Investe em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias mais limpas e eficientes, que aprimoram a competitividade e, simultaneamente, preservam o planeta.
- Engajamento da Equipe: Inspira e conscientiza os colaboradores sobre práticas sustentáveis, incentivando a criatividade e a busca por soluções ecoeficientes em todos os níveis da organização.
- Ética e Transparência: Demonstra compromisso genuíno com valores ESG (Ambiental, Social e Governança), estabelecendo métricas claras e relatórios transparentes sobre o desempenho sustentável da empresa.
Papel nas
Organizações
- O líder ecoeficiente desempenha um papel crucial na transição para modelos de negócio mais sustentáveis.
- Agente de Mudança: Promove uma verdadeira revolução na forma de pensar e agir da empresa, garantindo que a sustentabilidade seja um pilar estratégico e não apenas um conjunto de práticas ecológicas isoladas.
- Gerador de Valor: Agrega valor aos produtos e à imagem da empresa, atraindo clientes e investidores que valorizam a responsabilidade ambiental.
- Promotor de Competitividade: Garante a viabilidade econômica a longo prazo, transformando a eficiência no uso de recursos em uma vantagem competitiva.
- Em resumo, o
líder ecoeficiente é um visionário que guia sua organização rumo a um futuro
onde o sucesso financeiro e a responsabilidade ambiental caminham juntos. Esse líder ancora em uma comunicação leal, harmônica e moderna bilateralmente. Ouve a comunidade e atua na cultura e clima organizacional, o que inspira confiãnça e estímulo nas pessoas dentro e de fora da empresa
Os ganhos de uma empresa verde
incluem redução de custos operacionais, como energia e água, e fortalecimento
da marca, o que atrai consumidores e parceiros conscientes. Além disso, essas
empresas ganham acesso a novos mercados, melhoram a gestão de riscos, atraem e
retêm talentos e contribuem para a conservação ambiental, demonstrando um
modelo de negócios sustentável e rentável.
Benefícios financeiros e
operacionais
- Redução de custos: Práticas como o uso de energia solar, otimização do consumo de água, reciclagem e logística reversa diminuem despesas.
- Aumento da produtividade: A eficiência no uso de recursos e a redução de desperdícios levam a um aumento geral na produtividade.
- Acesso a novos mercados: Empresas sustentáveis podem se qualificar para novos mercados e parcerias, inclusive internacionais, que valorizam práticas verdes.
- Eficiência operacional: A adoção de práticas sustentáveis frequentemente resulta em processos mais eficientes e inovadores.
Benefícios de imagem e reputação
- Fortalecimento da comunicação e marca: O compromisso com a sustentabilidade melhora a imagem da empresa e a diferencia da concorrência, conquistando a confiança dos consumidores.
- Atração de talentos: Profissionais preferem trabalhar em empresas com responsabilidade social e ambiental, o que facilita a atração e retenção de talentos.
- Vantagem competitiva: A reputação como empresa verde se torna um diferencial competitivo, alinhando a marca com as demandas atuais do mercado.
- Benefícios ambientais e sociais
- Preservação ambiental: Contribuem diretamente para a conservação do planeta, minimizando o impacto ambiental das suas operações.
- Responsabilidade social: Podem se envolver em projetos sociais e promover a inclusão, fortalecendo as comunidades locais.
- Conformidade regulatória: Ações sustentáveis ajudam a empresa a se manter em conformidade com regulamentações ambientais cada vez mais rigorosas e a se preparar para o futuro.
- Aumento do Capital Humano, Ético, Comunitário, Comuncacional e Imagem
EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA EMPRESA NAS COMUNIDADE VIZINHA NO EIXO DE SUAS OPERAÇÕES E GANHOS
EXTERNAMENTE
- A educação ambiental para crianças, jovens e adultos fomentadas pelas empresas no eixo de suas operações é uma iniciativa estratégica e altamente inteligente, de harmonia e de poupança comunicacional e comunitária. Aproxiimam e harmonizam o convívio das lideranças. Cria uma comunicação bilateral.
INTERNAMENTE
- A educação ambiental corporativa oferece diversas vantagens, como redução de custos operacionais através da diminuição de desperdícios e maior eficiência energética, melhoria da imagem e reputação da empresa, e aumento do engajamento e produtividade dos colaboradores. Além disso, promove a conformidade legal, a inovação em práticas sustentáveis e fortalece o compromisso da empresa com a responsabilidade social e a proteção ambiental a longo prazo.
Vantagens para a empresa e seus colaboradores
- Redução de custos: Menor desperdício de recursos como água, energia e materiais, o que se traduz em economia financeira.
- Melhora da imagem e reputação: Aumenta a credibilidade da marca perante consumidores e a sociedade, que estão cada vez mais conscientes e valorizam empresas sustentáveis.
- Engajamento e produtividade: Colaboradores mais conscientes e engajados com práticas sustentáveis tendem a ser mais motivados e a ter um ambiente de trabalho mais seguro e agradável, o que pode aumentar a produtividade.
- Inovação e eficiência: Estimula a busca por soluções criativas e inovadoras para os desafios ambientais, levando a processos mais eficientes e sustentáveis.
- Conformidade legal: Ajuda a empresa a evitar multas e penalidades relacionadas ao não cumprimento das regulamentações ambientais.
- Fortalecimento da cultura organizacional: Cria uma cultura interna que valoriza a responsabilidade ambiental, incentivando a participação e o senso de propósito dos funcionários.
- Benefícios sociais e ambientais: Contribui para a melhoria da qualidade de vida na comunidade, com um ambiente menos poluído e o uso mais racional dos recursos naturais, beneficiando as gerações futuras.
ESG é a sigla em
inglês para Ambiental, Social e Governança (Environmental, Social and
Governance), que se refere a um conjunto de critérios usados para avaliar o
desempenho de uma empresa em relação à sustentabilidade, responsabilidade
social e ética na gestão. As empresas e investidores utilizam os critérios ESG
para avaliar o impacto da organização além do lucro financeiro e determinar sua
sustentabilidade a longo prazo.
Ambiental (E -
Environmental)
- Este critério abrange as práticas de uma empresa relacionadas ao meio ambiente, como:
- Gestão de resíduos e poluição
- Emissões de carbono e aquecimento global
- Uso de recursos naturais
- Proteção da biodiversidade e desmatamento
- Eficiência energética e uso da água
Social (S - Social)
- Refere-se à forma como a empresa lida com as pessoas dentro e fora da organização:
- Relação com funcionários (saúde, segurança, diversidade e inclusão)
- Direitos humanos e leis trabalhistas
- Relacionamento com fornecedores e comunidades
- Satisfação do cliente e proteção de dados
Governança (G -
Governance)
- Este pilar avalia a administração e a estrutura de liderança da empresa:
- Transparência nas operações
- Estrutura de liderança e conselho
- Remuneração de executivos
- Direitos dos acionistas
- Ética nos negócios
Ganhos Financeiros e Econômicos com ESG
- Redução de Custos Operacionais: Práticas ambientais, como eficiência energética, gestão eficiente de resíduos e economia de matérias-primas, resultam em despesas operacionais mais baixas.
- Atração de Investimentos: Investidores e fundos de investimento estão cada vez mais priorizando empresas com um forte compromisso e desempenho em ESG. Isso facilita o acesso a capital e pode levar a melhores condições de financiamento.
- Melhora no Desempenho Financeiro: Estudos indicam que empresas que investem em ESG tendem a apresentar um melhor desempenho financeiro a longo prazo, em parte por serem vistas como mais bem administradas e eficientes.
- Mitigação de Riscos: Uma governança robusta e a gestão proativa de questões sociais e ambientais ajudam a prever e mitigar crises, evitando multas, sanções legais e danos à reputação que poderiam impactar negativamente as finanças.
- Inovação e Vantagem Competitiva: A busca por soluções sustentáveis pode impulsionar a inovação, levando ao desenvolvimento de novos produtos e serviços que atendam às crescentes demandas do mercado por sustentabilidade, gerando vantagem competitiva. A comunicação de imagem e marca crescem
Ganhos Estratégicos e de Reputação
- Fidelização de Clientes: Consumidores estão mais atentos ao impacto e propósito das empresas. Práticas transparentes e responsáveis fortalecem a imagem da marca, atraindo e retendo clientes.
- Retenção de Talentos: Iniciativas sociais, como diversidade e inclusão e um ambiente de trabalho saudável, melhoram a satisfação e retenção de funcionários, reduzindo a rotatividade de talentos e os custos associados à contratação e treinamento.
- Transparência e Confiança e Comunicação: A divulgação transparente de informações financeiras e de impacto (ambientais, sociais) reforça a confiança dos investidores, parceiros e da sociedade em geral.
- Conformidade Regulatória: A integração do ESG na estratégia central do negócio ajuda as empresas a se alinharem com regulações e demandas da sociedade em constante evolução.
- Em resumo, o ESG não deve ser visto apenas como um custo ou obrigação, mas sim como uma oportunidade estratégica de gerar valor sustentável, melhorar a resiliência dos negócios e impulsionar o crescimento a longo prazo.
A economia circular é um modelo econômico que busca
minimizar resíduos e poluição, mantendo produtos e materiais em uso pelo maior
tempo possível, através de estratégias como reuso, reparo, remanufatura e
reciclagem. Ao contrário do modelo linear de
"produzir-usar-descartar", a economia circular visa criar um ciclo
regenerativo e sustentável, onde materiais são reintegrados à economia para
gerar mais valor e reduzir o impacto ambiental.
Princípios e estratégias
- Reduzir, Reutilizar e Reciclar (os 3Rs): São os pilares centrais, com o objetivo de reduzir a extração de novos recursos, aumentar a vida útil dos produtos e dar um novo destino aos materiais no final de seu uso.
- Design para a circularidade: Produtos são projetados para serem mais duráveis, fáceis de desmontar, reparar e reciclar.
- Modelos de negócio circulares: Incluem o compartilhamento, o aluguel e a remanufatura de produtos, que mantêm o valor dos materiais e prolongam o ciclo de vida dos produtos.
- Manutenção e reparo: Incentivam a reparação de produtos em vez do descarte e compra de novos, prolongando sua vida útil.
Benefícios
- Sustentabilidade ambiental: Reduz a necessidade de extrair novos recursos, diminui o consumo de energia e água e limita a geração de resíduos e poluição.
- Benefícios econômicos: Cria novas oportunidades de negócios, gera empregos e pode reduzir custos para empresas e consumidores.
- Resiliência econômica: Diminui a dependência de matérias-primas voláteis, tornando a economia mais estável.
- Aumento do valor dos materiais: Ao manter os materiais em circulação, é possível gerar mais valor ao longo do tempo, em vez de perdê-lo com o descarte.
ECONOMIA VERDE
Economia verde é um modelo econômico que busca harmonizar
o crescimento econômico com a proteção ambiental e a equidade social,
promovendo um desenvolvimento sustentável. Ela se baseia em práticas de baixo
carbono, uso eficiente de recursos, inclusão social e produção e consumo
conscientes. O objetivo é melhorar o bem-estar humano sem comprometer os
recursos para as futuras gerações.
Baixo carbono e eficiência: Utiliza fontes de energia
limpas, como solar e eólica, e busca reduzir emissões de gases de efeito estufa
e aumentar a eficiência no uso dos recursos naturais.
Inclusão social: Visa aprimorar o bem-estar humano e a
igualdade social, criando empregos de qualidade e oportunidades, especialmente
para os desfavorecidos.
Proteção ambiental: Reduz o impacto negativo das
atividades humanas no meio ambiente, protegendo a biodiversidade e os
ecossistemas.
Consumo consciente: Incentiva a produção e o consumo
responsáveis, com foco em reduzir o desperdício e adotar práticas sustentáveis
em todas as etapas da economia.
Exemplos práticos: Incluem o uso de energia de biomassa a
partir de resíduos orgânicos, a adoção de tecnologias de energia renovável em
infraestruturas rurais, e a criação de mercados de créditos de carbono, como detalha
a Embrapa.
Essas boas práticas correlatas aborda o crédito carbono e facilidades para obter financiamentos especiais que relacionam com as boas práticas verdes, assi chamadas.
RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS DÃO MUITO LUCRO
A gestão de resíduos sólidos é um conjunto de ações para lidar com os resíduos desde a sua geração até a destinação final, visando minimizar impactos ambientais e na saúde pública. Ela envolve etapas como a segregação, acondicionamento, coleta, transporte, tratamento e disposição final. As principais prioridades são a não geração, a redução, a reutilização, a reciclagem e, por fim, o tratamento e o descarte adequados.
Etapas
da gestão de resíduos
- Segregação e acondicionamento: Separação dos resíduos na fonte, de acordo com suas características, e armazenamento em recipientes adequados.
- Coleta e transporte: Recolhimento dos resíduos dos geradores e transporte até as instalações de tratamento ou destinação final.
- Armazenamento temporário: Pode ser necessário acumular resíduos temporariamente para otimizar a logística e consolidar cargas.
- Tratamento: Conjunto de métodos para reduzir o volume e a periculosidade dos resíduos, como reciclagem, compostagem e incineração.
- Destinação final: Descarte final ambientalmente adequado dos resíduos que não puderam ser reutilizados ou tratados.
Princípios
e prioridades
- Não geração: Evitar a produção de resíduos em primeiro lugar.
- Redução: Diminuir a quantidade de resíduos gerados.
- Reutilização: Utilizar novamente o mesmo material sem processamento.
- Reciclagem: Processar o resíduo para transformá-lo em matéria-prima para novos produtos.
- Tratamento: Aplicar processos para modificar as características do resíduo.
- Disposição final ambientalmente adequada: Descarte em aterros sanitários projetados para não contaminar o solo, a água ou o ar.
Legislação
e responsabilidades no Brasil
- A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei nº 12.305/2010, estabelece as diretrizes para a gestão integrada de resíduos sólidos no Brasil.
- A PNRS define as responsabilidades de todos os atores envolvidos: geradores, poder público, empresas e cidadãos.
- A legislação exige documentos como o Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR) e o Certificado de Destinação Final (CDF).
Importância
da gestão
- Sustentabilidade: Reduz a exploração de recursos naturais e diminui o impacto ambiental.
- Saúde pública: Evita a contaminação do meio ambiente e a disseminação de doenças.
- Economia: Cria oportunidades de negócio na cadeia da reciclagem e gera economia de recursos.
RECEITAS E LUCRO EXEMPLO
No setor de gestão de resíduos sólidos, as empresas geram receita principalmente por meio de taxas de serviço, venda de materiais recicláveis e produção de subprodutos como adubo ou energia. O lucro resulta da gestão eficiente dos custos operacionais envolvidos na coleta, transporte, triagem e tratamento desses materiais.
GESTÃO E CLASSIFICAÇÃO DE SUCATAS NOBRES INDUSTRIAIS - EXEMPLO COBRE
A digitalização
de documentos traz diversos ganhos para as empresas, como redução de custos
(papel, impressão, espaço físico), aumento da eficiência (busca e acesso
rápidos a arquivos) e maior segurança (proteção contra perdas, danos físicos e
acessos indevidos). Outros benefícios incluem a melhora na colaboração entre
equipes, a simplificação dos processos e o reforço da imagem da empresa como
mais sustentável.
Ganhos de
eficiência e produtividade
- Busca rápida de informações: O tempo gasto procurando documentos físicos pode ser reduzido drasticamente, com arquivos acessíveis em segundos. Funcionários que perdem até 20% do tempo buscando documentos podem ter essa perda zerada ou minimizada.
- Agilidade em processos: Acesso instantâneo a documentos permite que equipes de atendimento, vendas e outras áreas respondam mais rapidamente às demandas, otimizando o tempo dos colaboradores.
- Trabalho remoto e colaboração: Documentos digitalizados facilitam o trabalho remoto e a colaboração entre equipes, pois podem ser acessados e compartilhados por diferentes pessoas, em qualquer lugar e a qualquer momento.
Redução de
custos
- Economia com materiais: Eliminação de gastos com papel, impressão, cartuchos, pastas e outros materiais de escritório.
- Otimização de espaço físico: Liberação de área de escritório antes usada para arquivamento, que pode ser usada para outros fins.
- Custo de pessoal: Redução de tempo e custos relacionados à organização manual de arquivos físicos.
Segurança e
conformidade
- Proteção de dados: Arquivos digitais são mais seguros contra acidentes físicos como incêndios, enchentes, além de permitirem controle de acesso e backups automáticos.
- Validade jurídica: A digitalização, quando realizada corretamente e com o uso de assinatura eletrônica, garante a validade jurídica dos documentos, de acordo com as leis vigentes.
- Conformidade e auditorias: Facilita a organização e a localização de documentos necessários para auditorias e para a conformidade com normas e leis, reduzindo riscos de multas e perda de ações judiciais.
SUSTENTABILIDADE E ECONOMIA DE PAPEL
- Impacto ambiental reduzido: A digitalização contribui
- para a redução do uso de papel, o que tem um impacto ambiental positivo, alinhando a empresa com práticas de sustentabilidade e fortalecendo sua imagem.
- Uma tonelada de papel reciclado equivale a cerca de 17 a 20 árvores salvas, mas o número pode variar. Para produzir uma tonelada de papel novo, são necessárias de 2 a 4 toneladas de madeira (aproximadamente 15 a 20 árvores, dependendo do tipo e tamanho), mas a reciclagem evita esse corte.
- Reciclagem vs. produção de papel virgem
- Papel reciclado: Uma tonelada de papel reciclado poupa entre 17 e 20 árvores.
- Papel novo: A produção de uma tonelada de papel novo exige de 15 a 20 árvores de eucalipto ou de outros tipos, como pinheiros.
- Outros benefícios da reciclagem
- A reciclagem de papel traz outros benefícios importantes para o meio ambiente, como:
- Economia de água: Usa apenas 2.000 litros de água, contra os 10.000 litros necessários para produzir 1 tonelada de papel novo.
- Economia de energia: Consome significativamente menos energia elétrica na produção.
- Redução da poluição: A produção de papel reciclado polui o ar 74% menos do que a fabricação do papel novo.
- A Finlândia é o país com o maior percentual de lixo convertido em energia, destinando cerca de 59% do resíduo sólido urbano para usinas de incineração (WTE). Outros países como Suécia, Noruega, Cingapura e China também utilizam essa tecnologia em larga escala, seja para gerar eletricidade ou calor. Países com alta taxa de conversão de lixo em energia Finlândia: É o líder mundial em proporção, com 59% do lixo urbano transformado em energia por meio da incineração. A energia gerada é usada para eletricidade e aquecimento distrital.Suécia: Utiliza a queima controlada de resíduos para gerar eletricidade e calor, e menos de 1% do lixo vai para aterros. A incineração de resíduos é uma fonte importante para o aquecimento de mais de 100 mil residências, informa CPG Click Petróleo e Gás.Noruega: Importa lixo de outros países (incluindo o Reino Unido) para alimentar suas usinas, como a de Oslo, que utiliza o resíduo para gerar calor e eletricidade, diz a BBC.
- A Noruega vê essa prática como uma forma de reduzir as emissões de \(CO_{2}\).Cingapura: A cidade-estado possui um sistema que incinera todo o lixo de forma tecnológica para produzir eletricidade. Os gases são filtrados e as cinzas podem ser usadas para construir materiais, segundo o Instagram.China: Possui um grande número de usinas que geram energia a partir do lixo, com um crescimento de capacidade instalado de 26% ao ano nos últimos cinco anos. Uma das maiores usinas do mundo está sendo construída em Shenzhen e usará a energia da incineração para gerar eletricidade e painéis solares para energia fotovoltaica. Como funciona A tecnologia mais utilizada é a de Waste-to-Energy (WTE), que transforma lixo não reciclável em energia.
- Processo: O lixo é queimado em fornos em altas temperaturas.Geração de energia: O calor liberado pela queima é usado para produzir vapor, que aciona turbinas para gerar eletricidade.Aquecimento: O calor também pode ser distribuído para redes de aquecimento urbano, como ocorre nos países nórdicos, de acordo com a Revista Analytica.Mitigação de impacto: As emissões de gases são controladas e filtradas por sistemas modernos para minimizar os impactos ambientais.Aproveitamento de resíduos: As cinzas resultantes do processo são tratadas, e os metais extraídos para serem reutilizados. Apenas uma pequena parte tóxica precisa ser descartada de forma apropriada.
A energia fotovoltaica é a conversão da luz solar em eletricidade por meio do efeito fotovoltaico, que ocorre quando a radiação solar incide em células feitas de materiais semicondutores, como o silício. Essa energia é considerada limpa, renovável e sustentável. No processo, a luz libera elétrons, gerando uma corrente elétrica que pode ser usada em sistemas conectados à rede (transformada em corrente alternada) ou armazenada em baterias para sistemas isolados.
Como funciona
- Painéis solares: São compostos por várias células fotovoltaicas.
- Efeito fotovoltaico: A luz do sol (fótons) atinge as células e excita os elétrons do material semicondutor.
- Geração de corrente: Os elétrons livres se movem, criando uma corrente elétrica contínua (CC).
- Conversão para uso: Um inversor converte a corrente contínua em corrente alternada (CA), que é o tipo de eletricidade utilizada em residências e empresas.
Aplicações e sistemas
- Sistemas conectados à rede: Os mais comuns em residências e empresas, que injetam o excesso de energia na rede elétrica e utilizam o sistema convencional quando não há geração solar suficiente.
- Sistemas isolados: Utilizados em locais remotos, sem acesso à rede elétrica, que precisam de baterias para armazenar a energia.
- Aplicações diversas: Iluminação, bombeamento de água, telecomunicações, veículos (como os elétricos solares) e até mesmo em grandes projetos como usinas solares e satélites.
Vantagens
- Sustentabilidade: É uma fonte de energia renovável e limpa, com baixa emissão de carbono.
- Acessibilidade: Pode ser instalada em telhados, terrenos e até mesmo em grandes usinas.
- Versatilidade: O Brasil, com sua alta radiação solar, tem um grande potencial para gerar energia fotovoltaica de forma eficiente.
- O plástico pode
ser transformado em dormentes ferroviários (também chamados de dormentes
poliméricos). Esta é uma solução real e sustentável que já está sendo
implementada em ferrovias no Brasil e no mundo, oferecendo uma alternativa
ecológica aos dormentes de madeira e concreto.
Processo de
Produção
- O processo de fabricação dos dormentes de plástico envolve a reciclagem de resíduos plásticos pós-consumo:
- Coleta e Separação: Os resíduos plásticos, como garrafas PET e bombonas, são coletados (frequentemente por cooperativas de reciclagem).
- Trituração e Limpeza: O material é triturado em pequenos pedaços (flakes) e depois lavado para remover impurezas.
- Derretimento e Extrusão: O plástico limpo é derretido e processado por extrusão, transformando-se em grânulos (pellets).
- Moldagem: O material derretido é então moldado no formato padronizado dos dormentes ferroviários, muitas vezes com a adição de outros materiais, como fibra de vidro, para aumentar a resistência.
Vantagens
- O uso de dormentes de plástico reciclado oferece diversos benefícios em comparação aos modelos tradicionais:
- Sustentabilidade Ambiental: Evita o corte de árvores de lei (cerca de 850 árvores por quilômetro de ferrovia) e retira toneladas de resíduos plásticos do meio ambiente.
- Durabilidade: São mais duráveis, não apodrecem, não sofrem com a ação de insetos e não poluem o solo ou a água com substâncias químicas, como o creosoto usado na madeira tratada.
- Leveza: São mais leves que os dormentes de concreto, facilitando o transporte e a instalação.
- Reciclabilidade: O próprio dormente polimérico pode ser reciclado ao final de sua vida útil, podendo ser usado novamente como matéria-prima
De acordo com o SNIS, o estado com o maior índice de perdas
no ano de referência de 2020 foi o Amapá, com 74,6%, enquanto o menor foi
Goiás, com 27,7%.
Em um outro levantamento, feito pela TrattaBrasil com os dados do SNIS de 2019, os Índices de Perda de Faturamento e de Distribuição aumentaram em 2,5% entre 2015 e 2019. O estudo foi feito pela Trata Brasil em parceria com a Associação Brasileira de Materiais para Saneamento (Asfamas) e a Go Associados.
A economia com o reuso de água na indústria ocorre pela redução do consumo de água potável, o que diminui os custos de aquisição, além de gerar economia com o descarte de efluentes e a possível obtenção de incentivos fiscais. A prática também garante maior estabilidade operacional e preserva o recurso hídrico para outros usos.Principais benefícios econômicos
- Redução de custos de água potável: A indústria pode reduzir em até 50% ou mais a necessidade de água potável, impactando diretamente a conta de consumo.
- Economia no tratamento e descarte de efluentes: O tratamento da água para reuso é frequentemente mais barato do que o tratamento e descarte de grandes volumes de esgoto, especialmente considerando o aumento das taxas pelo uso da água.
- Incentivos fiscais: Algumas legislações podem oferecer incentivos para empresas que adotam a prática de reuso de água, gerando economia adicional.
- Garantia de suprimento e estabilidade operacional: Empresas que investem em reuso de água tornam-se menos dependentes do abastecimento público, o que garante maior segurança e estabilidade em seus processos, especialmente em períodos de escassez.
- Aumento da competitividade: A sustentabilidade e a eficiência no uso de recursos podem se tornar um diferencial competitivo no mercado, melhorando a imagem da empresa.
Como funciona o reuso na prática industrial
- Tratamento da água: A água utilizada em processos produtivos (como refrigeração, lavagem e limpeza) é coletada e tratada para remover impurezas.
- Recirculação e nova função: A água tratada é, então, reutilizada em outras atividades que não exigem água de alta qualidade, como:
- Resfriamento de equipamentos
- Lavagem de pisos e galpões
- Sistemas de combate a incêndios
Descargas sanitárias
- Exemplo de reuso: Em indústrias metalúrgicas, por exemplo, a água de resfriamento de fornos pode ser tratada e reutilizada em processos de limpeza ou descarga.
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