ECONOMIA INDUSTRIAL : O BRASIL QUE DEU CERTO COM ELES:

Disciplina Economia Industrial - Exemplos de coragem dos líderes empresariais : rompa com preconceitos :
Entre os anos 50 e 60, Poucos países do mundo aceitavam vender minério de ferro para o Japão. Eliezer planejava transformar a Vale em grande exportadora, mas havia resistência ao produto entrar nos mercados europeu e americano e ganhar expansão. Os europeus e americanos eram contra fornecer minério de ferro ao Japão Havia um receio do Japão ressuscitar a sua base armamentista nipônica correlata da Guerra Mundial. Como o Japão precisava comprar e a Vale vender . Eliezer aproximou-se corajosamente dos japoneses, mesmo derrotados na guerra e com pouca credibilidade no mundo todo, e ignorou assim; os interesses contrários. Fechou contratos de fornecimento de minério de ferro da CVRD - VALE com o Japão.
“Vi na aliança com o Japão uma oportunidade ímpar, mas arriscada diplomaticamente para fazer a VALE dar um passo gigantesco de pequena mineradora para gigante mineradora, e era a única saída que existia; e que nós tínhamos para crescer. Há riscos que nós temos de correr para sobrevivermos e essa era a situação. Era um desafio gigantesco; precisávamos de um porto maior, e se tivesse o porto. Teríamos de ter navios de 100 mil toneladas acima, o maior era de 35 mil. Tendo os navios de 100 mil a operação só era viável se os navios fossem com minério de ferro para o Japão e voltassem com petróleo do oriente médio ”(Eliezer Batista)
O GRANDE DESAFIO, ARROJO E CORAGEM: “Construímos o Porto de Tubarão e convencemos os japoneses a investir em navios de 100 mil toneladas. Acertamos com a Petrobrás a logística dos navios levarem minério de ferro para o Japão voltando com petróleo do oriente médio. . A VALE cresceu a Docenave empresa de navegação que a VALE criou para transportar minérios e outros produtos chegou a ter perto de 60 navios e foi a terceira maior frota de graneleiros do mundo. Os seus navios operavam em todos os continentes, transportando também grãos, óleo e produtos florestais. O Brasil cresceu e o Japão expandiu o seu notável parque siderúrgico e cresceu muito, porque criamos uma operação sistêmica forte, sinérgica e corajosa baseada em logística." (Eliezer Batista)
"Hoje, não há produtores de minério de ferro que não invejem a posição da Vale no JAPÃO . O Japão garantia o mercado cativo e isso alavancou o crescimento da Vale-Brasil-Japão. A Docenave empresa que a VALE criou para transportar e fazer a logística de minério do cidente para oriente cresceu muito e se diversificou. Mudamos a rota transoceânica para fazer a VALE GRANDE, foi um risco que tinhamos de correr, a VALE estava falindo e o Japão era a solução. Criamos um problema diplomático na época com os EUA e Europa, mas ao bem de nossa sobrevivência" (ELIEZER BATISTA) -
O Projeto Carajás da CVRD - Cia Vale do Rio Doce chefiado por Eliezer Batista, presidente da CVRD e equipe no governo Figueiredo é o único projeto estatal (governo brasileiro) na história, implantado, entregue um pouco antes do prazo com uma economia de US$ 1,4 bilhões e pioneiro na mineração vinculada ao desenvolvimento sustentável. "O desenvolvimento de um povo se mede pelo sua preocupação ecológica" (Eliezer Batista)
O conceito de desenvolvimento sustentável naquela época não estava composto, mas especialistas atribuem a essa experiência de Carajás parte da elaboração do conceito: o empresário suíço Stephan Schmidheiny veio ao Brasil para coordenar a ECO 92, no Rio de Janeiro. Na ocasião, ele visitou Carajás (PA) e se deparou com os aspectos econômicos, ambientais e sociais aplicados em simultaneidade. Da prática observada, Schmidheiny partiu para a teoria e organizou o conceito de desenvolvimento sustentável, ampliando o postulado de ênfase ambiental cunhado em 1987 no Relatório Brundtland, citado acima. A palavra desenvolvimento sustentável, ganhou fama, identidade e corpo nessa época e toda atribuída ao Projeto Carajás que foi inclusive citado na Eco -92 como "mineração verde". (Eliezer Batista)
De fato, a contribuição de Eliezer Batista para construir o pensamento da sustentabilidade no Brasil é inestimável. Acostumado a comandar grandes empreendimentos, Eliezer foi diretamente ligado às questões ambientais desde cedo. Ajudou a elaborar o código florestal de 1965, um dos primeiros, e costumava dizer que para alcançar a meta de sustentabilidade é preciso antes de tudo o conhecimento científico de regiões que serão exploradas economicamente.

Seja estratégico:
Até no final dos anos 70, o Brasil era importador de tudo. Importou leite em pó da Europa, feijão, arroz, carne e muitos outros produtos de várias partes do mundo . Só não importou café. Alysson Paolinelli com a criação da EMATER e outras iniciativas corajosas transformou o Brasil de importador de alimentos para exportador de alimentos. No século XXI o Brasil chega com um agronegócio tecnológico, moderno, competente, pujante e invejável. Graças ao talento na engenharia e inteligência de negócios de Alysson Paolinelli, pois é a atividade, talvez; a única que deixa o Brasil respeitado e bem representado no exterior. É também um segmento que gera capital humano, tecnologia, know how e amplo conhecimento científico e tecnológico aplaudidos em prol do Brasil nos 4 cantos do planeta. O agronegócio responde por 30% do PIB nacional, gera mais de 28 milhões de empregos, ou 26% da ocupação do país.
"Não importa o porte, a atividade e a escala da movimentação financeira dos nossos agricultores. Todos sem exceção são importantíssimos para o Agronegócio de Minas Gerais e do Brasil." (Alysson Paolinelli)
"O governo precisa parar de prestigiar a área especulativa e se voltar para a indústria nacional. Hoje se prestigia muito a quem especula e muito pouco a quem produz.” - O desempenho do governo em matéria de arrecadar impostos merece aplauso. O desempenho para investir nas áreas estratégicas merece uma nota sofrível.” (Antônio Ermírio de Moraes)
“Não temos outro meio de crescer e desenvolver honestamente; que não seja trabalhando, é o que temos e o que mais nos gratifica e orgulha. Nós avançamos com a EMBRAER, porque temos muita gente de peso. Gente competente que gosta de desafios, crescer e produzir com orgulho” (Ozires Silva)

MINERAÇÃO – INDÚSTRIA E OUTROS - NOSSA POSIÇÃO MUNDIAL:
- Está entre as 10 maiores econiomias do mundo
- 2º Produtor de Minério de Ferro
- 5º Produtor de Manganês
- 12º Produtor de Ouro
- 1º Produtor de Pedras Preciosas
- 4º Produtor de Mármores Granito
- 5º Produtor de Lítio (Expandindo Produção)
- 3º Produtor de Grafita
- 4º Produtor de Bauxita
- 11º Produtor de Cobre (Expandindo Produção)
- 1º Produtor de Nióbio
- 8º Produtor de Níquel
- 4º Produtor de Vanádio
- 3º Produtor de Tântalo
- 9º Produtor de Aço
- 6º estanho
- 13º Zinco
- 9º Produtor de Aço
- 2º produtor mundial de ferro gusa
- 9º Produtor de Alumino
- 2ª Maior frota da aviação geral
- 18º Exportador de Aeronaves
- 2a Maior frota de Drone Agrícola do Mundo
- 8º Produtor de veículos
- Possui a maior frota de helicóptero do mundo
- Possui a maior frota de ônibus do mundo
- 3º maior mercado de pneus do mundo
- 4ª frota de caminhões do mundo
- 8º Veículos leves
- 4º em Internautas
- Brasil possui um total de 480 milhões de dispositivos digitais em uso, incluindo smartphones, notebooks e tablets, o que significa que há mais de dois dispositivos digitais por habitante.
AGRONEGÓCIO NOSSA POSIÇÃO MUNDIAL:
- 75% do suco de laranja produzido no mundo sai do Brasil
- 43% da soja
- 55% do açúcar,
- 33% do frango,
- 40% do café,
- 24% da carne bovina,
- 1º Celulose
- 3º maior produtor de algodão
- 2º maior produtor de feijão do mundo
- 10º maior produtor de arroz do mundo
- 3º Produção mundial de macarrão
- 3º produção de frutas
- 5º maior produtor de leite
- 1º produtor de laranja
- 10º produtor de mel
- 2º maior produtor de etanol
- 10º produtor de eucalipto
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